sexta-feira, 19 de junho de 2015

O porco assassino Che Guevara é símbolo do amor para History Channel do Brasil


“Em um dia como este de 1928 nascia, na província argentina de Santa Fé, Che Guevara, um dos idealizadores e comandantes que lideraram a Revolução Cubana”. Assim começa a divulgação do programa especial no dia 14 de junho do History Channel Brasil, supostamente um canal voltado para ensinar história aos telespectadores. Dessa forma, vão “aprender” a mesma história que “aprendem” com a maioria de nossos “professores” (militantes marxistas disfarçados): uma total inversão dos fatos!

Eis a imagem divulgada pelas redes sociais pelo canal:


Amor? O “amor” que Che sentia era pelo odor de pólvora, que lhe dava, na verdade, tesão. O “amor” de Che era puxar o gatilho contra inocentes, incluindo adolescentes ou mulheres grávidas, cujo único “crime” fora não aplaudir sua revolução “amorosa”. Outras pessoas foram guiadas por “grandes sentimentos de amor” como Che. São elas: Stalin, Lenin, Hitler, Pol-Pot, Mao Tse-tung, Kim Jong-il, Fidel Castro, etc. Tamanho sentimento de “amor” deixou apenas um rastro de sangue, escravidão e miséria pelo mundo.

Se o History fosse um canal sério, começaria sua campanha assim: No dia 14 de junho de 1928 nascia um porco assassino que foi responsável pela morte de milhares de inocentes apenas para aplacar seu desejo por violência e poder. Mas claro que não se ensina história nesse canal, felizmente ignorado pela ampla maioria (depois reclamam que o povo quer ver futebol e BBB – com um lixo desses fingindo ser aula de história, não dá, né?!). Para quem realmente quiser conhecer melhor Che, o verdadeiro Che, segue um vídeo que gravei sobre o terrorista (e que teve mais audiência do que esse canal patético):






Por Rodrigo Constantino

Um comentário:

Pedro disse...

Postagem digna de um louco degenerado. Quero saber como alguém pode participar de guerra sem matar ninguém kkkkk essa coisa de assassinar mulher gravida e criancinha... ah se o nariz do porco chauvinista crescesse a cada mentira