"Os juros no Brasil são muito altos mesmo. É o uso do cachimbo só do lado da boca. Quando temos ameaça da inflação, elevam os juros e prejudicam os investimentos. Vamos ter de aprender a controlar a inflação utilizando de outras ferramentas. Diminuindo os gastos públicos. Se diminuirmos os gastos públicos, estaremos combinando novas ferramentas no combate a inflação."
25/05/2010
"Tudo que nós conquistamos foi pelo fato de termos um compromisso com a meta de inflação, mas, nos últimos anos, o teto dessa meta foi a realidade e, algumas vezes, até extrapolado. Reafirmamos essas diretrizes, aprofundando com a evolução programática com o PSB".
14/10/2013
“Não sou da política do quanto pior, melhor. Eu torço para que a inflação não venha a fazer o que todos estão dizendo, sinceramente. Todos sabemos que os investimentos precisam acontecer no nosso país e isso só acontecerá naturalmente quando tivermos nova base política que dê credibilidade para os novos investimentos”.
20/08/2014
“Desde 2010 eu defendi um compromisso com a meta da inflação, o câmbio flutuante e a questão da responsabilidade fiscal. Esse é o mesmo compromisso que temos. A autonomia do Banco Central era um consenso entre nós. Eduardo antecipou que precisava formalizar essa autonomia e isso estava sendo debatido pela nossa equipe de governo, com os economistas, com aqueles que estavam nos dando suporte. Se a conclusão da discussão e do debate que estamos fazendo nos levar, como ele já havia sinalizado que era esse seu desejo, é isso que iremos fazer”.
21/08/2014
É “perfeitamente possível não deixar ultrapassar o teto da meta (de inflação, de 6,5% ao ano) mantendo as prioridades sociais".
24/08/2014
Fonte: G1

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