Com vocês, a 9ª razão para dizer em alto em bom som: “Hasta La Vista, Dilma!”.
9- Nova matriz econômica
Em 2011, nossa querida Dilma e seus Cavaleiros da Távola Quadrada, Guido Mantega, Nelson Barbosa e Marcio Holland definiram e adotaram uma “Nova Matriz Econômica”, baseada em cinco pilares tão consistentes quanto as deliciosas paçoquinhas Amor: política fiscal expansionista, juros baixos, crédito subsidiado, câmbio desvalorizado e aumento das tarifas de importação para “estimular” a indústria nacional. E realmente seguiram à risca toda essa pataquada, prometendo taxas de investimentos semelhantes às dos tigres asiáticos, crescimento econômico chinês, aumento considerável na renda e um setor industrial forte e competitivo, nos moldes alemães. Resultado: déficits orçamentários crescentes, o paroxismo das tarifas de importação, recorde de subsídios – vide BNDES -, o endividamento da população alcançou níveis inimagináveis e a inflação de preços bateu no queixo da população, em patamares não vivenciados desde 2003. Ou seja, hoje podemos comemorar em quase 4 anos de governo Dilma, uma inflação acumulada de 26,78% e crescimento de apenas 8,23%. O PIB neste ano será um dos mais baixos do mundo.
Se a presidente não sabe, brincar de criar dinheiro do nada, emprestá-lo e cobrar juros por ele, em primeira instância, pode até aumentar a demanda por consumo, por mão-de-obra e estimular investimentos; mas esse é um arranjo que funciona até a página dois. São medidas para inglês ver. Com o tempo, é claro, toda esta expansão do crédito levará a um aumento do endividamento e aumento acentuado nos preços, o que fará com que o BACEN aumente seus juros para tentar arremeter essa atividade econômica transloucada.
O governo está apenas colhendo o que plantou nestes quatro anos. E pelo andar da carruagem petista, com suas políticas protecionistas, de câmbio e inflação, o buraco será ainda mais fundo caso Dilma Rousseff seja reeleita.
“Corra, Robin!!! Vai que o tripé desse robô não é econômico.”
Fonte: Spotniks (conteúdo)


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