domingo, 4 de janeiro de 2015

Filhos do niilismo


O Niilismo é uma corrente filosófica que prega a mais absoluta falta de lógica, de sentido na vida, nasce do ateísmo e do hedonismo, no qual a pessoa não tem uma esperança transcendente, não possui uma esperança fora do mundo presente, então procura na própria falta de sentido, a razão de existir.

É o prazer sem compromisso, o dinheiro sem trabalho, liberdade sem responsabilidade. Doutrina que questiona as verdades mais básicas necessárias para se viver em sociedade, para se viver, fazendo com que todos caiam no mais profundo relativismo moral.

Todos os alunos devem ser ensinados que há verdades absolutas, que há necessidades permanentes. Se alguém diz que tudo é relativo, então até a alegação taxativa de que “tudo é relativo” deve ser relativizada, o que acabaria por ser um contrassenso.

Por que temos que tomar banho? Por que necessitamos de uma religião? Por que necessitamos obedecer as Leis? Qual a razão de se agir de maneira honesta, inteligente e correta? Ninguém questiona que a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. Por que questionar as convenções sociais?

Deve-se passar ao aluno que existe um certo, que existe um errado. E se um aluno perguntar: Homossexualidade é errado? O professor deve responder de maneira firme: “para a Igreja Católica, para algumas denominações religiosas, para tradicionalistas, sim”. Mas isso não é relativizar uma informação? Com certeza que não, porque a partir do momento em que se aceita uma doutrina, toda inteira, deve-se partilhar dos mesmos entendimentos dela com relação às questões de ordem moral.

Ensinar os alunos católicos a serem católicos, judeus serem judeus com perfeição, protestantes, ou sem religião, da mesma forma, amando aos diferentes, respeitando até quem, aos seus olhos, está errado é mais produtivo que jogá-los no relativismo, contraproducente é tentar relativizar as convicções dos alunos, tentar jogar ele contra as crenças de seus pais. Isso nada tem a ver com religião, mas é uma forma de se construir uma formação completa, fazer com que o aluno perceba que há coisas que devem ser levadas com mais seriedade, como religião, escola, profissão, relacionamentos. Necessário ensinar o significado e como se comportar diante da seriedade.

Ensinar o niilismo, o relativismo, a doutrina das várias verdades paralelas e todas elas igualmente válidas é convidar o aluno ao relativismo moral no qual ele pode se permitir ser bandido, ser relapso, ser violento, afinal de contas ninguém é mal só pela maldade, todo mundo tem os seus motivos. Até o Diabo tem os seus motivos para odiar a Deus e a toda Criação. O que tem que fazer é jogar esses motivos na balança para ver se são adequados, verdadeiros e razoáveis.

Por isso que o professor tem que responder dentro da esfera de liberdade de cada aluno, mas mostrando que no mundo há verdades absolutas, há convenções sociais necessárias, que precisam ser observadas.

Exemplos da necessidade de se observar essas convenções sociais são os casos das pessoas que acabam por se mutilar com tatuagens, modificações no corpo, meninos com brincos, cabelos compridos, meninas que se comportam de maneira excessivamente masculinizada, ou meninos que se comportam de maneira efeminada, situação que depois acaba por dificultar que eles encontrem um emprego, se relacionem e acabem sofrendo bulling, senão na escola, com certeza no seu convívio.

Menina ser masculinizada e menino ser efeminado nada tem a ver com a opção sexual de cada um. Existem convenções sociais que os movimentos de esquerda pretendem relativizar, mas enquanto isso não acontece e, acaso isso não aconteça, ainda temos convenções sociais, uma expectativa da sociedade com relação a cada um. Por mais hipócritas que sejam essas expectativas, por mais misógino, machista, ou por mais errado que a sociedade esteja, é nessa sociedade em que o aluno vive e é nela que o aluno deverá conseguir sua subsistência.

Evidente que há coisas que devem ser conversadas em reservado. Alunos devem ser instruídos a se vestirem com decência, falar, homens de uma forma varonil, meninas a cultivar gestos e posturas mais doces e delicadas. Isso ajuda na construção da própria identidade.

Há discursos de grupos extremistas, feminazis e homonazis que dizem que esse tipo de atitude por parte da escola é repressivo à formação da identidade sexual, mas ao mesmo tempo dizem que o homossexualismo se manifesta, independente do meio. Não se trata de tentar boicotar a liberdade sexual do aluno, mas de falar a ele: “esse seu jeito de falar pode te vitimar”; “essa sua postura pode te causar transtorno”; “respeite-se e seja respeitado pelos outros”.

Direto ao assunto

O que foi escrito até agora foi para dar supedâneo à tese fundamental do artigo.

Eu peguei carona na identidade sexual, meninos se comportando como meninos e meninas como tais, porque começa aí a questão das verdades absolutas, inalienáveis e inafastáveis. Essas questões podem ser preponderantes no sucesso profissional e financeiro dos alunos, principalmente em cidades menores. Questão de opção sexual de cada um à parte, necessário que o professor oriente o aluno a se adaptar à sociedade em que ele está inserido. Fala-se muito de adaptá-lo à informática, novas tecnologias, mas pouco, na verdade até se combate, a questão dos valores que a sociedade sinceramente guarda.

Quem vem com a ideia de que não existem verdades absolutas, que existem questões a serem desconstruídas para que a pessoa seja mais livre, mais feliz, mais produtiva, é evidente que esse agente demolidor das verdades fundamentais da sociedade está querendo introduzir você em alguma coisa errada. Por exemplo, a sobriedade. Para que manter a sobriedade? A sobriedade é uma coisa que a sociedade hipócrita prega. Atentando contra a sobriedade, cai-se no alcoolismo, abuso de drogas... Por que deve haver um respeito pelo próprio corpo? Por que temos que refrear nossos impulsos? Atentando contra a dignidade do próprio corpo acaba-se caindo na promiscuidade.

Ocorre que mesmo que digam que há um niilismo, e que a vida da pessoa não precisa de uma relação de causa e efeito, permitindo um prazer pelo prazer, liberdade sem responsabilidade, dinheiro sem trabalho, o mundo não é assim e bandidos são mortos, devassos contraem doenças venéreas devem ser responsabilizados por gravidezes indesejadas e o libertino acaba recebendo no próprio corpo a paga pelas suas transgressões.

Se uma pessoa é perseguida por ser homossexual, na verdade por essa homossexualidade transparecer nos gestos mais corriqueiros, então é evidente que perante àquela sociedade esse tipo de conduta não é adequada. Se o aluno for homossexual, ou for heterossexual, não compete ao professor dar palpite sobre, mas é necessário que ensine ele a se desviar das perseguições e não provocar a ira dos outros, por mais errados que os outros estejam. Ninguém chuta um cachorro violento na rua, mas se possível adota uma postura pacífica, gestos lentos e previsíveis e faz de tudo para que aquela fera não o ataque. Da mesma forma no convívio social. Por mais que grupos intolerantes estejam errados, não convém irritá-los, porque ninguém quer mártires, mas querem que as pessoas vivam em paz e de maneira produtiva.

Conclusão

O que os alunos, pais de alunos, alunos, professores e sociedade precisa entender é que o niilismo, o relativismo, a questão de que no mundo há várias verdades paralelas e todas igualmente válidas gera uma falta de referencial, gera um comportamento permissivo demais que pode desembocar em uma situação de exagero (vícios, promiscuidade, crime).

Na questão específica dos homossexuais o que ocorre é que os movimentos homossexuais querem que as pessoas com tendências homossexuais demonstrem isso em cada minuto do seu dia. Eu gosto de mulher mas raras são as vezes que eu demonstro isso, só para ilustrar. E demonstrando de uma maneira IRRESPONSÁVEL, acabam ficando expostos a sofrerem bulling, repressões e perseguições.

O que os movimentos homossexuais querem é justamente que os homossexuais sofram preconceito, que apanhem na escola, que apanhem de playboys e intolerantes na rua, para depois aparecerem de vítimas na televisão e usarem esses fatos isolados como pretexto para alimentar o ódio contra a grande massa de heterossexuais e conseguirem perante o Poder Público mais vantagens e privilégios. Ou por que outro motivo os homossexuais e ateus provocam tanto a Igreja Católica e aos cristãos como um todo? Porque eles querem que as Igrejas respondam em mesmo tom, processem, mandem para a cadeia, percam a paciência e os acabem agredindo na rua, tudo isso para depois dizer que os religiosos são intolerantes. Isso precisa ser desmascarado.






Fonte: Professores de Direita






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