quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O que revela a proposta orçamentária



A inovação de apresentar um orçamento deficitário, em meio a uma grave crise econômica, está consoante a crença do PT e da própria Dilma Rousseff, que se diz economista, no keynesianismo bastardo.


A proposta orçamentária apresentada por Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, mesmo ilegal e tecnicamente imperfeita, pode ser útil para mostrar como se move o governo do PT e sua presidente. Ela se presta a um experimento de laboratório como se verme fosse. Essa proposta orçamentária é a síntese e a somatória de todas as ilusões de Dilma Rousseff sobre a realidade e também sua ignorância completa da ciência econômica. Sem esquecer sua amoralidade intrínseca, seu descompromisso com a nação espelhados na peça. O orçamento público é importante porque o Estado brasileiro se agigantou e o nível de atividade econômica depende agora diretamente da boa gestão das contas públicas, além de representar a essência da liberdade política. Nenhum imposto adicional sem representação.

Dilma está fazendo com o orçamento o velho truque feminino que enfeitiça os homens, o mostra/esconde. Não que a moça governante seja uma belezoca, mas pensa portar a mais linda das utopias. O déficit que veio à luz é de mentirinha, revelando apenas um pequeno pedaço da mão graúda do Estado. O déficit real é maior e, para piorar, é crescente no tempo. Estamos chegando ao momento grego da verdade, em que as vacas sagradas dos proventos da Previdência Social, dos gastos com Saúde e Educação terão que ser cortados, de uma maneira ou de outra. A despesa está grande demais e a sociedade brasileira não tem mais como bancar essa festa dos desocupados remunerados.

O que não está explícito no Orçamento, portanto oculto, é o seu teor ideológico. De alguma forma, a inovação de apresentar um orçamento deficitário, em meio a uma grave crise econômica, está consoante a crença do PT e da própria Dilma Rousseff, que se diz economista, no keynesianismo bastardo. Dilma, de fato, se encontrou numa sinuca, com as receitas previstas aquém das despesas desejadas, mas só topou apresentar a peça indecente, ou a mostrar o lado indecente da peça, porque se sustentou na visão anticíclica teórica dos bastardos keynesianos, que veem solução para tudo no crescimento do Estado, na emissão primária de moeda e na geração de inflação. Dilma Rousseff pensa estar com a razão e não deu a mínima para o decoro jurídico e o jogo político.

Nem Dilma Rousseff e nem o PT jamais acreditaram nas virtudes do mercado e sempre olharam a questão tributária e orçamentária pela ótica da luta de classes. Se pudessem, elevavam a tributação ao infinito e emitiriam quanta moeda fosse necessária para financiar seus delírios de gastadores utópicos. Ignoram solenemente os limites da lei da escassez. Essa gente justifica o déficit e a expansão do Estado porque supostamente isso patrocinaria o desenvolvimentismo com distribuição de renda.

Já vimos que a real distribuição de renda que essa política faz é transferir verbas milionárias dos impostos para os bolsos desses espertalhões, como vimos no mensalão e, agora, no petrolão. Todos enriqueceram no poder. O PT transformou o povo brasileiro em vaca leiteira, explorando todos os residentes no Brasil.

Escrevi acima, repetindo a máxima dos valentes que fizeram a Independência dos EUA, que não pode haver nenhum imposto sem representação. Mais do que nunca a expressão é verdadeira. Quem o PT e Dilma Rousseff hoje representam para tentar elevar os impostos? A se dar crédito aos índices de popularidade, não representam mais o povo brasileiros. Tornaram-se usurpadores e, enquanto tal, fazem da nossa gente reféns das suas chantagens. É claro que o Congresso Nacional não pode aceitar proposições de elevação de impostos, ele que representa adequadamente os brasileiros.

Estamos diante de um momento histórico decisivo para o Congresso Nacional. Ou apoia esse governinho do PT em seu ocaso ou apoia os brasileiros, que têm nele, no Congresso Nacional, sua última defesa contra a sanha tributarista. Não basta apenas escapar à elevação de impostos, é preciso gerar superávit primário no tamanho suficiente para dar racionalidade ao gasto público. Em outras palavras, é preciso cortar fundo nas despesas. Haverá choro e ranger de dentes, os parasitas vão reclamar.

É preciso também declarar o impeachment dessa presidente irresponsável e maluca, mas isso é já matéria para outro artigo.






Por Nivaldo Cordeiro

Os promotores do "novo mundo possível" não deixam nossas crianças em paz


A escola já não tem acumulado fracassos suficientes com os quais lidar? Ou os pais já não querem responsabilidade alguma além daquela de trazer ao mundo um novo ser humano e pagar as contas por ele geradas, na melhor das hipóteses?


Pretender a legitimação de uma atitude com base na sua mera ocorrência é um dos modos mais recorrentes e falaciosos de se argumentar, embora pouca gente o perceba. Não é porque uma coisa acontece que ela deva ser aceita. Menos ainda: não é porque uma coisa acontece que ela deva ser elevada a regra, a padrão, a norma. Todavia, temos visto isso acontecer com uma frequência cada vez maior, em diversos ambientes e com diferentes alcances em nosso país.

Um exemplo bobo do que estou falando são alguns dos comentários originalmente presentes neste post (Marta Suplicy e Laerte ensinando "português"). Muitas pessoas defenderam a intromissão e a tutela da escola em um assunto tão íntimo e delicado como o incipiente despertar para a sexualidade dos adolescentes porque, pasmem, as crianças têm curiosidade sobre o assunto. Sim, é verdade, algumas realmente têm tal curiosidade. Mas vejamos a coisa mais de perto.

Não é preciso ser muito esperto para ver que o assunto sexo está ostensivamente presente em nosso dia a dia. Você se desloca de carro e passa por quantos outdoors com propagandas de modelos insinuantes, sensuais e seminus? Você abre o Youtube e quantos dos vídeos sugeridos são de músicas, videoclips e propagandas extremamente sexualizados? Você para no caixa do supermercado e encontra quantas revistas femininas com mulheres quase peladas na capa? Isso para mencionar apenas três exemplos "amenos" (sem nem entrar na questão alimentar da ingestão excessiva de hormônios, entre outras que repercutem no despertar da sexualidade). Três exemplos dos quais nós dificilmente temos como livrar os nossos filhos. Mas sabemos que há coisa muito mais pesada por aí (as novelas não me deixam mentir).

Assim sendo, dado um tal contexto, como esperar que o assunto não acabe aparecendo na pauta das curiosidades infantis? Mas reflitamos: essa é uma pauta natural ou uma pauta artificial, forçada, impingida sobre nós e nossos filhos, com origem, motivos e propósitos que desconhecemos? Soa estranha a minha pergunta? Imaginemos, então, como as coisas transcorriam cerca de 100, 60 ou 50 anos atrás. Isso fazia parte das preocupações infantis? O assunto era abordado dessa maneira?

Claro, sempre haverá quem alegue que "os tempos são outros", que "o mundo não é mais o mesmo", como se isso por si só chancelasse tudo o que vemos por aí. É verdade que os tempos são outros. É verdade que o mundo não é mais o mesmo. Mas ele melhorou? Será? Em que sentido? Tecnologicamente falando, um retumbante SIM é a resposta. Moralmente falando, um vergonhoso NÃO é inescapável. Nunca vimos e sofremos tantos flagelos morais em nossa sociedade: o adultério como sendo algo corriqueiro, a poligamia institucionalizada, o roubo e a mentira personificados nos mais altos postos do governo, a pedofilia amenizadae despontando no horizonte como uma forma de "amor", crianças que não conhecem e não têm sequer o nome de seus pais, famílias em que os membros pouco convivem, e, horror dos horrores: assassinatos em quantidades superiores a de muitas guerras civis e a execução de inocentes diretamente no ventre de suas mães tratada como um "direito".

Diante disso tudo, será que aceitar e até defender a intromissão da escola neste assunto tão íntimo e delicado é o mais adequado? Ou, na verdade, aceitar e defender algo assim não é o mesmo que assinar o atestado de derrota no cuidado real da saúde emocional das nossas crianças, entregando-as, cada vez mais cedo, a algo para o qual elas não têm maturidade psíquica para lidar? A escola já não tem acumulado fracassos suficientes com os quais lidar? Ou os pais já não querem responsabilidade alguma além daquela de trazer ao mundo um novo ser humano e pagar as contas por ele geradas, na melhor das hipóteses? Enfim, abandonamos de vez quaisquer critérios morais absolutos, aqueles mesmos que conduziram a civilização ao longo dos séculos, ou abraçamos de vez o relativismo expresso nos últimos modismos, sem termos a menor ideia de para onde ele nos levará?

Não lavemos nossas mãos, esperando que um milagre gere adultos equilibrados, maduros, responsáveis e íntegros se, na infância, os entregamos aos "produtores de um mundo melhor" que cada vez nos aproximam mais do vazio, da maldade e da morte.





Por Camila Hochmüller Abadie

Judith Butler no Brasil: novo ataque da diabólica ideologia de gênero



Judith Butler, uma das mais radicais feministas estará no Brasil entre 4 e 9 de setembro, para disseminar mais intensamente a ideologia de gênero, em eventos promovidos por universidades federais e patrocinados pelo governo do PT.

A Agenda de Gênero avança no Brasil em grande proporção. Uma rede de OnGs e demais instituições já atuam há vários anos, inoculando na sociedade o conteúdo de subversão da mais radical e inumana ideologia. O "feminismo de gênero", termo cunhado por Christina Hoff Sommers, vai sendo disseminado por meio de simpósios, encontros, mesas redondas, trabalhos acadêmicos em profusão, propagandeados pelos meios de comunicação, de todas as formas, em apologia às mais estranhas experiências de anarquismo sexual, visando a subversão da identidade do ser humano como pessoa. O efeito de tal ideologia visa a dissolução de todas as formas de limites ao desejo humano, e a corrosão de todas as instituições: a começar pela família, e tudo mais, daí seu propósito devastador. Judith Butler advoga que as práticas institucionais "não devem tornar-se normas restritivas para uma política radical". Por isso o corpo humano, destituído de sua identidade natural, passa a ser instrumentalizado por uma ideologia declaradamente subversiva e pervertida, que o utiliza como laboratório do anarquismo que propõe para o corpo social.

Uma amostra de tal conteúdo será apresentada em dois eventos, no Brasil, realizados com a presença de Judith Butler, autora do livro "O problema do gênero: o feminismo e a subversão da identidade", uma das mais ativistas feministas a difundir, por meio de muitas OnGs, a ideologia de gênero. Sua obra - como explica Oscar Alzamora Revoredo - é utilizada "já há vários anos como livro de texto em diversos programas de estudos femininos de prestigiosas universidades norte-americanas, onde a perspectiva de gênero está conhecendo uma ampla promoção". O Núcleo de Estudos de Gênero Pagu anuncia em seu site o I Seminário Queer, nos dias 9 e 10 de setembro, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, apresentando Butler como filósofa e "uma das principais referências sobre o tema no mundo". Pouco antes, entre 4 e 7 de setembro, Butler também participará em Salvador (BA), do evento "II Desfazendo Gênero - Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero", promovido por várias universidades federais e patrocinado pelo Governo do Estado da Bahia, Ministério da Educação, OAB Bahia, CNPQ, Secretaria de Política das Mulheres e outros parceiros do setor público. Richard Miskolci explica que a proposta do evento é "tomar nossa cultura como objeto de reflexão, o que - em uma perspectiva queer - não pode ser feito sem a subversão das identidades sexuais. A superação das fronteiras sexuais e de gênero aponta para a criação de uma nova forma de cidadania não-heterocentrada e além do binarismo de gênero atualmente imposto".

A Agenda de Gênero está mais avançada do que possamos imaginar. Além da incessante propaganda nos meios de comunicação, de todas as formas (em artigos, filmes, novelas, documentários, em programas de auditório, telejornais, etc.), há a ação integrada de OnGs e órgãos do poder público, aparelhados para tais fins, com objetivos de reengenharia social traçados pelas fundações internacionais e agências da ONU, entre outras instâncias de fora. Por isso a imprensa pauta, todos os dias, nas edições dos noticiários, para que as informações e notícias sejam cada vez mais canalizadas para, lentamente, a população ir aceitando a agenda, que é imposta por tais forças de poder e controle social. Não é a toa que a abordagem dada às notícias acabam sempre privilegiando o enfoque ideológico de desconstrução da realidade, da autoridade, da tradição, da moral objetiva, da lei natural, etc. Nesse sentido, temas, por exemplo, que até pouco tempo seriam escandalosos (como a inserção de gays no serviço militar) se tornam corriqueiros na grande mídia e no cotidiano dos espaços de formação de opinião na sociedade. Daí os questionamentos proliferam por toda a parte, como defende Butler, questionando "os valores do militarismo", "da própria conjugalidade" e tudo mais, como "objetivo final de qualquer movimento de minorias de sexo e gênero - que verdadeiramente pensa analiticamente sobre as estruturas sociais existentes e insiste em produzir novas".

Parte dessa agenda está não apenas a desconstrução da família e da cultura, mas também da religião, chamando de fundamentalista qualquer um que defenda os princípios e valores da família, da maternidade, da sacralidade do matrimônio, da fidelidade conjugal, da heterossexualidade, etc. Chega inclusive a defender um concepção de religião apenas como fenômeno sociológico, como afirma a "teóloga feminista de gênero" Elizabeth Schussler Fiorenza: "Os textos bíblicos não são revelação de inspiração verbal nem princípios doutrinais, mas formulações histórica". E "analogamente, a teoria feminista insiste no fato que todos os textos são fruto de uma cultura e de uma história patriarcal androcêntrica". Descontruindo a família, a educação, a cultura e a religião, as feministas de gênero descontroem a própria realidade humana, no afã de uma utopia irreal e surreal. Jorge Scala lembra ainda que as feministas de gênero "reivindicam uma autonomia absoluta para 'construir' qualquer 'tipo de família' que ocorra à sua imaginação ou capricho". Por isso a ideologia de gênero leva ao escapismo da realidade, fazendo do corpo expressão de todas as fantasias e caprichos, vulnerabilizando, portanto, a pessoa humana a graus de violência inimagináveis. Basta ver com que facilidade muitos se deixam seduzir pela falácia de tal fantasia e aceitam expor seus corpos a toda sorte de experiências sexuais, sem moralidade alguma para vivenciar as mais extremas formas de prazer, com as práticas do homossexualismo, amor livre, incesto, pedofilia, zoofilia e tantas outras perversões sexuais. E tudo isso vivido não apenas na privacidade, mas com exposição pública.

A ideologia de gênero, pelos seus efeitos corrosivos, é expressão sombria da "cultura da morte", denunciada por São João Paulo II, há 20 anos, na Evangelium Vitae. É certo que ela fracassará, como toda ideologia que se volta contra a realidade do ser humano. Mas até soçobrar terá feito suas vítimas, muitas delas já perecem em seus danos, daí que é preciso, enquanto cristãos, estarmos mais vigilantes e atuantes, no combate a esta ideologia, para não sermos vítimas de sua armadilha e perigo. Urge portanto reagirmos e afirmarmos a cultura da vida, em contraposição a esta avalanche de devastação, que Judith Butler vem disseminar, mais intensamente em nosso País.




Por Hermes Rodrigues Nery
Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, especialista em Bioética (pela PUC-RJ).

A ética... Ora, a ética...


A elite brasileira, unida à esquerda, julga que é melhor para o pais que a Dilma continue no Governo.

Nesta circunstância, porque a Dilma deveria recorrer à ética e pedir demissão, se até o Banco Itaú é favorável à sua permanência no poder?

O fato é que a ética não é um bom negócio nem para os políticos, nem para os banqueiros, nem para a direita nem para a esquerda.

Com estas palavras o jurista e fundador do PT pede o impeachment de Dilma. Ele não está pensando em fazer um bom negócio para o Brasil:

"Se se conduzisse com probidade e respeitasse o orçamento, a presidente da República não precisaria fazer empréstimos vedados dos bancos públicos, bem como maquiar as contas públicas, como fizera e, por tudo isso, há de ser impedida de continuar em tão elevado cargo" - Hélio Bicudo

E pensando em fazer um bom negócio para o Brasil, os mesmos defensores do status quo, conseguem ter a maior cara de pau deste mundo fazendo de conta que não sabem que Lula é o chefão de toda essa bandalheira que vai marcar época na história da corrupção mundial.


Ps1. Morto o comunismo (e o socialismo marxista) só resta à humanidade civilizar o capitalismo, ou então continuar sua marcha em direção ao abismo, conduzida pelos psicopatas do poder.


Ps2. Mas atenção: depois da queda do PT, setores da direita vão defender o retrocesso nas políticas sociais. Não devemos portanto confundir a roubalheira petista com algumas medidas de amparo aos pobres e miseráveis do pais, considerados por setores psicóticos da direita como meros “vagabundos”.


Ps3. Enquanto houver essa divisão entre e esquerda e direita, não haverá solução para os problemas da humanidade, o que requer uma administração cientifica livre destas ideologias retrógradas.






Por Mtnos Calil
Psicanalista, é coordenador do grupo Mãos Limpas Brasil

O mau exemplo deseduca ainda mais o Brasil


O Brasil parece o paraíso dos péssimos exemplos que têm um efeito altamente deseducador e desagregador da sociedade. Corrupção sistêmica, políticos que mentem descaradamente e se locupletam com a coisa pública, juros extorsivos que viabilizam lucros recordes para bancos que batem recordes de lucros na base da usura contra os cidadãos e empresas são apenas fatos que ajudam a destruir o tecido social, inviabilizando a democracia e a cidadania.

Não faz bem para nenhum brasileiro ver uma "Presidenta" da República, que absolutamente não consegue presidir o País com a mínima competência, ser obrigada, todo dia, a fazer malabarismos verbais para fingir (para si mesma) que tem alguma importância. É um destruidor exemplo conviver com uma dirigente eleita, claramente, na base da ilegalidade de milhões desviados da corrupção que financiaram sua campanha - que a Procuradoria Geral da República ajuda, com mais um "desexemplo", impedindo que seja investigada e processada judicialmente.

Pior que Dilma, só a farsa do chefão Lula - que tenta posar de vítima, agora jogando a culpa de tudo de errado em alguns dirigentes do partido que sempre comandou pessoalmente, como se fosse um "sindicato", no melhor estilo centralizador de um $talinácio da Silva. Abalado psicologicamente pelo boneco Pixuleco, Lula só perde em "desexemplo" para seu "amigo" Marcelo Odebrecht.

O empreiteiro conseguiu angariar a ira dos simples mortais, nas redes sociais, com sua cínica declaração aos membros da CPI da Petrobras, quando descartou a possibilidade de fazer uma "colaboração premiada", a exemplo de outros réus nos processos da Lava Jato. Falando como Paí de Família (figura que deve servir de exemplo-base para qualquer um), Marcelo Odebrecht subverteu a ordem dos valores básicos da ética e da moral.

Teve a coragem de ponderar que tem valores dos quais não abrirá mão. Quando se esperava que o empreiteiro preso viesse com um exemplo edificante, Marcelo Odebrecht fez exatamente o contrário. Citando uma briga entre suas filhas, na qual uma delas praticou alguma bobagem, ele sugeriu um deplorável conceito que contraria a boa educação de uma criança: "Eu talvez brigasse mais com quem dedurou do que aquele que fez o fato”.

Foi assim que Marcelo Odebrecht vendeu a tese que agradou à Peletândia e comprovou por que ele merece a amizade sincera de pessoas com o nível moral de um Luiz Inácio Lula da Silva:

“Para alguém dedurar, ele precisa ter o que dedurar. Isso não ocorre aqui".
O péssimo exemplo de Odebrecht entra para a História do Brasil. E pt, infelicitações...




Por Jorge Serrão

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A escória ainda resiste humilhando o povo


Nunca antes na história desse pais um governo foi tão recalcitrante, aético e amoral como este da Dilma. A imoralidade bateu às portas do Palácio do Planalto e ali fez sua moradia permanente. É, na verdade, uma casa de esquizofrênicos. É também uma casa onde a corrupção fez o seu ninho mais fértil desde que o Lula botou os pés lá dentro e o seu principal ministro, José Dirceu, saiu algemado para o presídio da Papuda.

O sindicalismo, que deu origem ao PT, apodreceu, esfacelou-se nos sucessivos escândalos do mensalão e da lava jato. Não à toa, dois dos seus principais homens de finanças foram flagrados roubando os cofres públicos. Delúbio Soares, o primeiro tesoureiro, vive com uma tornozeleira eletrônica, vigiado dia e noite como um bandido comum. O segundo, João Vaccari Neto, está recolhido à penitenciária. Pesam contra ele acusações seríssimas: a de roubar a Petrobrás e acharcar empresários para manter o PT do Lula no poder.

A orgia financeira, porém, não acaba aí. Ao lado do gabinete da Dilma, numa sala decorada de estrelas vermelhas, um senhor de barba rala, com cara de assustado, como se estivesse a qualquer momento esperando para ser algemado, é o terceiro tesoureiro da quadrilha. Trata-se de Edinho da Silva, um ex-deputado estadual por São Paulo, inexpressivo na política e na vida social, já denunciado na Lava Jato. De comum entre os três, apenas o fato de não serem expoentes do partido, razão pela qual foram escolhidos a dedo por Lula como boi de piranha para intermediar o assalto às empresas públicas.

Os brasileiros vivem hoje uma situação vergonhosa, calamitosa, desastrosa. Os ministros e os ex-ministros do PT são vaiados e até ameaçados. Não podem sair às ruas sem escoltas com medo de serem agredidos ou insultados pela população. A Dilma, empoleirada dentro de um gabinete, só sai de lá para entregar as casas inacabadas do “Minha Casa, Minha vida”, um programa assistencialista adotado por políticos fisiológicos em troca de voto.

O Brasil parou. E a presidente, sem iniciativa, entrega ao Congresso Nacional um orçamento que já prevê um déficit de mais de 30 bilhões reais. A Lei de Responsabilidade Fiscal foi jogada no lixo pelo Joaquim Levy, da Fazenda, e Nelson Barbosa, do Planejamento, com o argumento cínico de que ela é omissa quando se refere a um orçamento aleijado como o que eles apresentaram ao Senado Federal. O que se pode entender desse descalabro econômico? Que a Dilma deixou de governar, que não tem paciência para administrar o país, que a lama despejada dentro do Palácio do Planalto já chegou à sua sala. E o pior: vive cercada de ministros corruptos envolvidos na Lava Jato. A Dilma, com a sua incompetência, desmantelou uma geração de brasileiros que até há pouco tempo vivia gritando em manifestações e estádios de futebol, o slogan ufanista: “Sou brasileiro, com muito orgulho...”

No início desta semana três fatos marcaram a política brasileira que dão bem a dimensão do descaminho político do Brasil: Zé Dirceu sendo inquirido pelos próprios petistas na CPI da Lava Jato, silencioso, com cara de presidiário; o pedido de impeachment da Dilma feito pelo jurista, Hélio Bicudo, 93 anos, um dos fundadores do PT; e a denuncia feita pelo Ministério Público ao primeiro bando da operação Lava Jato que incluem, entre outros personagens, o próprio Dirceu e João Vacari Neto, ex-tesoureiro do PT, que sempre viveu à sombra do Lula. E a julgar pelas palavras do Juiz Sergio Moro, a operação Lava Jato ainda vai chegar ao chefão.






Por Jorge Oliveira

Acreditar no governo petista é imbecilidade


Números provam que programa "Mais Médicos" vem cumprindo integralmente o seu objetivo, que é levar saúde às famílias brasileiras de baixa renda, sobretudo aquelas que vivem longe dos centros urbanos. 
Segundo o "Portal Brasil", órgão oficial do Governo Fede Mal, em dois anos o programa atendeu cerca de 63 milhões de brasileiros. Sobre esse estrondoso sucesso, a presidANTA Dirça Rousseff deu a seguinte declaração:

"Tantas conquistas são motivos de comemoração, mas são frutos de nossa ação conjunta entre os vários níveis da federação, estados e municípios, frutos da cooperação entre o MEC e o Ministério da Saúde que sentaram juntos para encontrar a solução para um problema fundamental e fortalecer o SUS”.

HAJA CINISMO E DESFAÇATEZ!

Se esse número gigantesco, equivalente a quase um terço da população, for dividido pelo número de médicos do programa (18.240) e pelos dias que trabalharam no período (24 meses), temos um total de 7.195 atendimentos diários sendo realizados por cada médico. E, supondo que eles trabalharam 24 horas por dia durante todos esses anos, sem parar para comer ou dormir, deduz-se que atenderam 300 pessoas por hora, 5 por minuto!

Vamos lá:

63.000.000 / 24 meses = 2.625.000 atendimentos mensais.
2.625.000 / 20 (dias úteis) = 131.250 atendimentos diários.
131.250 / 18.240 (médicos) = 7.195 atendimentos diários realizados por cada médico!
7.195 / 24 (horas) = 300 pacientes por hora, ou cinco por minuto

Eu vou redigir uma matéria sobre o assunto e enviar para a Reuters. Quero ver esta vergonha estampada nos principais jornais do mundo! 

Carrega teu trabuco com mais essa Olavo!


Por Ricardo Vidal

terça-feira, 1 de setembro de 2015

É evidente que entregar um Orçamento que prevê um rombo é ilegal. Basta ler a LRF. Oposição tem de ir ao Supremo!


O governo enviou ao Congresso um Orçamento com um rombo de R$ 30,5 bilhões. Agora a presidente Dilma Rousseff busca o apoio do Parlamento para aumentar impostos. Estão no alvo, entre outros, celulares e bebidas. Daqui a pouco, só Lula, com seus R$ 27 milhões arrecadados em palestras, poderá tomar um scotch legítimo. A gente vai ter de se contentar com o pão duro da crise e a cachaça da melancolia. E aí vale tudo. Nesta terça, a presidente chamou para um papinho Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, seu desafeto de estimação.

Vocês já leram a Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000? É a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ela existe para que os governos não fabriquem déficits, não para que digam o tamanho do déficit que pretendem fabricar. A íntegra está aqui. A cada passo, a cada letra, a cada linha, a cada artigo, parágrafo e inciso, o que se cobra é a transparência de dados e o equilíbrio entre receita e despesa.

Assim, por definição, é evidente que a entrega de um Orçamento que contemple um rombo é, em si mesmo, uma ilegalidade. O governo decidiu não ser punido pelo crime cometido. Avisou, de antemão, que vai cometer o crime com o objetivo de escapar da punição.

Ora, a obrigação de Dilma é entregar um Orçamento ao Congresso que diga de onde sairão as receitas para as despesas previstas. Avisar que está determinada a fabricar o rombo e jogar nas costas do Parlamento a atribuição de fabricar receita — que terá de sair necessariamente da sociedade — é mais uma das patranhas políticas de um governo que perdeu o eixo.

Então o governo federal vira um distribuidor de generosidades e depois cobra dos congressistas que se virem para achar os recursos com os quais Dilma vai gargantear a vocação social de sua gestão? Quem vai dar a cara ao tapa?

O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, afirmou: “Hoje, estamos assistindo, definitivamente, ao atestado de incompetência desse governo, que gastou de forma perdulária, e não consegue fazer o essencial, que é cortar gastos”.

Não dá para transigir com isso. É evidente que acho que a oposição tem de recorrer ao Supremo. Será certamente muito instrutivo. Vamos ver como o tribunal entende a essência da Lei de Responsabilidade Fiscal, que pune tão duramente os entes federados quando deixam de cumprir suas obrigações com a União.

Se Renan Calheiros (PMDB-AL) não vivesse agora seus dias de neoconvertido, só teria uma coisa sensata a fazer: devolver ao governo a peça orçamentária. Não, um governo não está obrigado a fabricar superávit. Mas está, sim, obrigado, pela lei, a dizer de onde tirará os recursos para as despesas que pretende realizar. É por isso que existe a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou, então, que ela seja jogada no lixo.

A peça enviada por Dilma ao Congresso é, obviamente, ilegal. Se o Parlamento condescender com ela, estará entrando, também ele, no baguncismo do PT.

Por Reinaldo Azevedo

Corrompendo a corrupção



Lula pode ser preso a qualquer momento, assim como Palocci. Ambos poderão ser postos a ferros no mesmo dia e poderão fazer companhia, finalmente, ao solitário José Dirceu, o guerreiro às avessas, a Pedro Correa, o reincidente, ao príncipe sinistro da Odebrecht e a outros quase 100 encarcerados até o momento. Dilma poderá perder seu mandato por conta de pedaladas fiscais, por sua formidável incompetência, pelas contas vergonhosas de sua imunda campanha eleitoral, pelo conjunto de tudo isso ou, por incrível que possa parecer, por ainda mais do que tudo isso. A corrupção virou um procedimento usual do petismo e por ela o partido irá morrer aos poucos, à míngua, com direito a um gran finale de uma das maiores farsas da vida nacional.

Não bastasse todo o “conjunto da obra” lulopetista, a intelectualidade de esquerda brasileira, ao contrário, está viva e respirando. Não pulsa nem faz bolhas; só respira e observa, como se fosse um crocodilo à espreita. A “culturalidade” de esquerda, todavia, não desaparecerá assim tão fácil quanto o PT. Jornalistas, a soldo ou não, resistirão por décadas até se darem conta do fiasco sociológico e político em quem foram envolvidos. Artistas de cinema e televisão, locutores de rádio, colunistas e articulistas, mesmo tendo a capacidade máxima de ver e entender o que está acontecendo, vão demorar para abrir mão, não de sua ideologia, mas de seu idealismo marxista, do encanto cultural do qual são insumo funcional e servil.

Matéria no Fantástico em 30 de agosto de 2015 dá conta do “próximo passo” das hordas culturais em ação. Um deles será o que tentará relativizar a corrupção, como se todos fossemos, em natureza, tão justos, retos e honestos quanto Lula, Maluf, Demóstenes, Collor e tantos outros. A mídia de predominância marxista trata agora de dizer que todos somos corruptos, distorcendo o viés claro e direto que diz que corrupção, na acepção até então entoada pela imprensa, é ato ilícito praticado com a presença de agente público numa das pontas. O noticiário, fique atento, vinha tratando corrupção como fenômeno strictu sensu, ou seja, envolvendo empreiteiras, políticos, empresas estatais, doleiros. Agora, num passe de mágica filosófico, corrupção passa a ser ...tudo! Usar vaga de deficientes no supermercado, furar uma fila, pedir a leniência de um guarda de trânsito, ultrapassar com faixa contínua, colar em prova, passar em sinal vermelho ou por cima de faixa de segurança sem parar, tudo vai virar...corrupção!

A intelectualidade brasileira (uma verdadeira horda de idiotas que nem merece a titulação) fará coro a esta nova “descoberta”. O que era ilícito penal, agora vira corrupção ativa. Assistir um assalto sem fazer nada, por caracterizar omissão, passa a ser considerada corrupção passiva e assim por diante. Nossa formação, baseada na ética judaico-cristã, no respeito às leis da república será torpedeada cada vez mais pelos aparatos sórdidos a serviço da ideia gramsciana. Abra o jornal, ligue a TV e ouça no rádio o que eu aqui observo e comprove você mesmo.

A distorção é tanta que já começaram a inverter a lógica “evolutiva” da corrupção. Sabemos todos que a corrupção tipificada e mais corriqueira é aquela que envolve a busca de vantagens pessoais na realização de negócios com o setor público. Sabemos também que ela se desdobra e se multiplica pelos dutos da impunidade e que ela é de cima para baixo, ou seja, os que estão acima corrompem ou são corrompidos e este fenômeno se desdobra até o “chão”, onde está a população, que entende que pode, sim, incorrer no mesmo crime, diante da disseminada impunidade. Em pleno processo de “corromper o que é certo”, intelectuais de esquerda passam a divagar que devemos corrigir a corrupção potencial já nas tenras idades, ensinando práticas boas e legais na infância para que os adultos sejam “imunizados”.

Eis a esquerda brasileira com seus aparelhos, tentando me dizer que sou tão ladrão quanto Cerveró e tão bandido quanto José Dirceu. Não sou, nunca fui e jamais serei. Meus filhos e netos também não. A ignóbil esquerda brasileira ainda não tem correta noção de certo e de errado.

A gente ensina.





Por Glauco Fonseca

A conta foi entregue


Diante da apresentação de um orçamento com inédito furo de 30 bilhões, o governo continua torrando dinheiro com marketing tentando elevar a expectativa do povo que ludibriou na eleição passada. A conversa fiada do momento é o site dialogabrasil, que pretende ouvir todo mundo a respeito do que o governo fará daqui pra frente. Ao menos poderão dizer que estão fazendo o que o povo disse para fazer, como se não houvesse um Ministério do Planejamento repleto de gente encarregada de programar nosso futuro.

As possibilidades que se apresentam são clássicas: aumenta-se impostos, restringe-se gastos, programa-se enxugamento da máquina, vende-se patrimônio ou imprime-se dinheiro. Sobre impostos, a ideia de jerico do retorno da CPMF que, na época do governo Lula, era avaliada em torno dos 30 e tantos bi que faltarão no ano que vem, já foi posta para o escanteio sob risco de interrupção do jogo.

Restringir gastos significa nem repor a dipirona quase vencida dos postos de saúde atualmente ocupados por cubanos, interromper diversas obras do PAC I, II ou X, e largar os fornecedores do Minha Casa, Minha Vida com um cheque sem fundos na mão, entre outros malefícios para o povo, humilde ou não.

Enxugamento da máquina pública implica, entre outras medidas, fazer desaparecer da folha de pagamentos as pessoas agregadas sem motivo a dezenas de milhares de D.A.S. elevados. Claramente, nenhum político faria isso com eleitores que lhe devem o emprego. Vender patrimônio pode envolver mais poços de pré-sal empurrados a companhias internacionais, cobrar de Evo Morales pela refinaria roubada, colocar em leilão todas as estatais e, se não der certo, anunciar no E-Bay uma refinaria semi-nova no Texas. Sobre imprimir dinheiro, conforme já alertava Delfim Neto há 40 anos, o governo não precisa de dinheiro, porque isso ele mesmo pode fabricar. O que precisa é de recursos, o que, efetivamente, não tem.

Sempre há possibilidade de dar o cano pura e simplesmente nas contas que tem a pagar. Não pega muito bem, mas é uma opção adotada por pessoas desesperadas, quando não têm cheque especial (nem um agiota) para cobrir aquilo que gastam além do salário. A última instância é ajoelhar humildemente e implorar alguns trocados ao FMI ou à China.

É claro que qualquer proposta de solução para o problema econômico, em que o Brasil foi colocado pela absoluta falta de ação no sentido de evitar a tragédia, será causador de desconfortos, revoltas e mais problemas. Não foi por falta de avisos ou experiências anteriores. Foi, talvez, excesso de confiança na capacidade de embromar todos durante todo o tempo até a próxima eleição, quando poderão jogar a culpa na ingovernabilidade causada pela oposição.

É curioso que o corajoso "choque de realidade" que, conforme mencionou o senador Jorge Vianna, escancarou as dificuldades enfrentadas pelo governo brasileiro, nunca tenha sido mencionado antes ou mesmo depois das eleições. O assunto sempre foi tratado com insolente indiferença quando mencionado pela oposição. Vamos ver o que as sequelas de todo esse imbróglio causarão nas eleições do ano que vem. Vamos ver como os sindicatos conduzirão os movimentos reivindicatórios deste ano e do ano que vem, considerando que todos eles conclamaram seus sindicalizados a votarem em Dilma, aquela que nunca prejudicaria os trabalhadores e trabalhadoras desse país.

Não foi vista, até o momento, nenhuma atitude de reconhecimento por parte do governo a respeito da responsabilidade pelas condições humilhantemente desesperadoras em que deixaram o país. Nunca houve, em nenhum sentido, mesmo que parcialmente, o reconhecimento de que de alguma maneira fizeram algo errado. Nunca mencionaram que os bilhões que torraram contra os interesses do Brasil investindo em outros países são parte da causa de terem que emitir mais essa nota promissória fajuta para o povo que os elegeu. Aparentemente, a culpa é do povo que não votou com o governo.






Mauricio Terra

Esquerda: não deu certo… mas agora vai!



No famoso episódio d’Os Simpsons em que a família vem ao Brasil pela primeira vez (aquele que fez o Secretário do Turismo da cidade do Rio de Janeiro resolver ameaçar a Fox porque o desenho satirizava o Brasil naquele episódio, enquanto satiriza alegremente a própria sociedade americana em todos os outros), antes de toda a barafunda que envolve o Brasil, Homer Simpson tenta conseguir sinal gratuito de TV a cabo mexendo nos fios elétricos de um poste.

Homer, profeticamente, começa tentando ligar o cabo no plug vermelho. E toma um choque. Tenta então no verde. Toma outro choque. E inicia individualmente o percurso social iniciado no século XX: “Vamos tentar o vermelho de novo!!” Desnecessário dizer que é seguido por um novo choque. Então tenta ligar o vermelho e o verde ao mesmo tempo. E lá se vai mais um choque.


Esta experiência, que deixaria B. F. Skinner e seu behaviorismo de cabelos em pé (aquela teoria psicológica de dar choques em ratinhos no labirinto para ensiná-los um comportamento na base dos reforçamentos positivo e negativo), é exatamente o que fez a humanidade no “curto século dos extremos”, no dizer do stalinista Eric Hobsbawm.

O mundo ocidental conheceu o socialismo pelas experiências fracassadas de Robert Owen, de Saint-Simon (de quem Auguste Comte, tão influente nas Forças Armadas brasileiras, foi secretário), da utopia natureba de Rousseau.

Era apenas uma bizarra e malfadada prática de aplicação de poder em pequena escala – algo como uma São Tomé das Letras que queria ser o Vale do Silício.

Vamos testar o vermelho?

Quem surge para criar uma vasta teoria para propor o socialismo, crendo ser o capitalismo um jogo de soma-zero, é Karl Marx, cujo primeiro grande aplicador foi Lenin, na Revolução Russa. Um evento de tamanho porte estremeceu não a Rússia, mas o mundo (já sacudido em seus pilares pela sanguinolenta Revolução Francesa).

O resultado é conhecido, ou ao menos foi conhecido no Ocidente a partir da queda do Muro de Berlim, 80 anos depois: o Gulag, os expurgos, os fuzilamentos, famílias destruídas, reeducação “cidadã” que chegou a dar choques em bebês, imprensa oficial censora e mentirosa, miséria, fome, mais de 100 milhões de mortes em menos de 80 anos. Em suma, a pior forma de totalitarismo até então inventada. E algo que faz os nazistas parecerem a seleção Dentinho de Leite dos genocidas.

Entretanto, toda vez que a esquerda precisa apresentar seu apelo perante aqueles de quem precisa de voto, dizendo-se defensora (os primeiros que serão futuramente por ela oprimidos), esta esquerda é a primeira a pintar a história com as cores do revisionismo. “Aquilo não foi socialismo”, talvez tenha sido até mesmo capitalismo (!), Stalin era de direita, o verdadeiro socialismo é uma maravilha e ainda está por vir.

Vamos agora testar o vermelho.

Claramente, este é o discurso feito para uma plateia avessa ao totalitarismo genocida. Entre os seus, quando não é preciso convencer seres humanos “de fora”, a esquerda inverte a jogada, e defende as supostas “maravilhas” do socialismo (como a superstição de que Cuba tem altíssimos índices educacionais e de saúde, embora os Mais Médicos, no Brasil, tenham acabado com a fábula da “medicina cubana que cura até câncer”), afirma que é preciso uma revolução bolivariana, que Stalin não foi tão ruim assim, ou menospreza e fala em tom de deboche (ou de perigo) que haja algo como “uma tendência anti-comunista” no Brasil – ridicularizando-se a “paranoia” e o “discurso de ódio” de “Rottweillers” que criticam o socialismo, ou veem algo de socialismo no PT pregando socialismo ou financiando ditaduras socialistas.

Este duplipensar (no linguajar de Orwell, um dos primeiros a estudar a linguagem totalitária da esquerda – e ele próprio um socialista), que poderíamos chamar de “dialético”, é a raiz do caótico abismo entre discurso e realidade política e factual, hoje.

Já é esboçado no próprio termo fantasioso de Marx, o “socialismo científico”, por nada ter de científico, ser a maior das “ideologias” que tanto critica, e que justamente o “socialismo utópico” anterior a ele ser uma aplicação, enquanto o seu é uma teoria assassina que, sempre que sai do hagiográfico e virginal reino das ideias, transforma-se misteriosamente em catástrofe.

Vamos testar o vermelho.

Mas é ainda piorado pela retórica propagandística do socialismo. Afinal, o chamado “socialismo científico” acabou sendo bem pouco científico na prática.

Assim, se não deu certo e gerou a ditadura de Lenin e Stalin, foi porque foi “traído”. Ou não era o verdadeiro socialismo – o verdadeiro socialismo ainda estava por vir.

Vamos testar o vermelho de novo.

Mas tivemos a experiência também na China… e o saldo de mortes passou de cerca de 30 milhões para mais de 60 milhões. Então, novamente, o socialismo científico, aquela teoria que, sem falhas, explica e propõe uma sociedade justa e perfeita, foi misteriosamente traída mais uma vez.

Qual plug nos resta? Vamos testar novamente o vermelho.

E então a teoria foi surrupiada e traída – logo a teoria perfeita, aquela que nos livraria do odioso capitalismo, este sistema tão ruim que nos serve, produz para as massas, enriquece os pobres e em que o cliente tem sempre razão – novamente na Iugoslávia. E na Polônia. E na Romênia. E em Cuba. E na Coréia do Norte. E no Azerbaijão. E no Camboja. E na Alemanha Oriental. E no Paquistão. E em Zimbábue. E no Laos. E em Uganda. E na Ucrânia. E na Venezuela. E na Tchecoslováquia.

Sempre traída, a pobre teoria perfeita, tão perfeitamente excelente na virgindade de contato com a realidade.

Restou, ao menos, o ódio contra o que dá certo – e a riqueza do capitalismo (ignorando-se que ela não surge por exploração, e sim porque estes ricos de agora eram pobres antes do capitalismo). Não é por coincidência que todo o argumento da esquerda brasileira, por exemplo, tenha se resumido a chamar o interlocutor de “coxinha”.

Vamos testar o vermelho mais uma vez!

Aliado a tal repetição de um discurso pronto e da negação da realidade mais inescapável, resta sempre o expediente de classificar que qualquer forma de esquerda no poder, por ser ruim, se tornou “de direita”, ou não-esquerda.

Assim, o nacional-socialismo passa a ser considerado “extrema-direita” (e o apelido pegou, como se algum nazista alguma vez tivesse se auto-declarado direitista), a União Soviética passa a ser chamada “capitalista de Estado” (como se isso significasse alguma coisa), nenhuma esquerda é verdadeiramente de esquerda, o PT é de direita e por aí vai.

A característica que une todas as esquerdas que deram certo é serem inexistentes.

É claro que, entre os esquerdistas, continua o horror a quem tenha uma “retórica reacionária” que não goste de comunistas, mas nunca isto é defendido em público.

Mesmo assim, vamos testar o vermelho dessa vez?

No Brasil, o discurso pronto pode ser resumido em meia dúzia de chistes que formam esquerdistas profissionais saindo de fábrica em linhas de produção fordistas.

A miséria cubana é culpa do embargo americano, mesmo que isto seja, ehrr, admitir que o livre mercado enriquece os pobres.

A Rede Globo é “golpista”, mesmo que chegue ao disparate de cobrir as imensas janelas de seu prédio em São Paulo, que dá para a ponte Estaiada, onde se realizava um protesto com o boneco “Lula Inflado” na ponte, apenas para (wait for it) um telejornal esconder uma notícia na janela dos âncoras, pela primeira vez na história deste país desde que ele virou a Coréia do Norte.

E a educação brasileira, dominada de cima abaixo por Paulo Freire e pelo socio-construtivismo, que nos legou os últimos lugares nos testes internacionais aos quais nossos alunos são submetidos, é considerada “muito pouco de esquerda”, e cada nova reforma educacional propõe… estudar Paulo Freire, porque dessa vez vai. Vamos testar o vermelho agora?

O expediente é sempre afirmar que nossa educação é ruim porque não é de esquerda o suficiente. De novo. E de novo. Afinal, ninguém ainda conhece Paulo Freire no Brasil, mesmo que toda discussão sobre educação seja citando Paulo Freire de cima abaixo. Afirma-se até que a educação é… direitista, como se na escola aprendêssemos que o Partido Republicano americano soube acabar guerras geradas pela esquerda (fato), que acabou com a escravidão (fato), que a esquerda começou com o terrorismo antes de a ditadura militar se instaurar (fato), que o socialismo matou ainda mais do que o nazismo (fato), que Auschwitz foi baseado no Gulag (fato) etc etc.

Isto se dá porque a retórica da esquerda é se fazer de vítima. E quanto mais a esquerda ganha poder (tanto poder estatal quanto poder cultural), mais pode se fazer de vítima, e afirmar que está sendo dominada por uma misteriosa direita inexistente.

Quanto mais nossa educação é paulofreireana, mais sentimos falta de uma “educação cidadã” que algum dia virá e nos tornará uma potência.

Quanto mais o PT está no poder, nas estatais, no jornalismo, na educação, dominando as notícias (e sua manipulação), mais se faz um discurso de vitimismo em que todo o país é “golpista”. Quanto mais esquerdistas na Rede Globo, fabricando polêmicas e nos legando deputados de extrema-esquerda e atores que fazem propaganda do PT, mais se afirma que a Rede Globo é tucana e defende a ditadura.

Quanto mais as faculdades de Humanas só produzem politicagem, micareta psolista e alunos ricaços votando na extrema-esquerda, mais se considera que as salas “reproduzem as desigualdades da sociedade”, que a educação é ruim porque não é de esquerda, que os pobres não se identificam com a Universidade (no que, por um lapsus linguæ, estão até corretos).

Por que é justamente este o canto das sereias da esquerda: de que são coitadinhos, e quanto mais poder tiverem, mais poderão dizer que são os vencidos, os oprimidos, o futuro glorioso que ainda não veio.

Mas vamos desta vez apertar o vermelho? Vai que agora finalmente fiquemos inteligentes e competiremos com Japão, Coréia do Sul (que era tão pobre quanto o Haiti antes de se tornar uma potência liberal), a Alemanha, o Canadá, a Austrália e, claro, a América com suas trocentas Universidades de ponta e prêmios Nobel?

Claro, nos primeiros lugares em qualquer ranking internacional de educação, apenas países que, por mera coincidência, são também os primeiros lugares nos rankings de liberdade econômica (ou seja, mais capitalistas, menos estatais) – incluindo aqueles do “Estado de Bem Estar Social” da Escandinávia – que são incrivelmente mais capitalistas do que o Brasil do “neoliberalismo”.

Mas, só por desencargo de consciência, vamos apertar o vermelho agora? Vai que dessa vez funciona.









Por Flavio Morgenstern

Educação sexual: agenda progressista insiste em “conscientizar” crianças



Os filhotes de Foucault não vão descansar enquanto todos não aderirem ao hedonismo e ao "vale tudo"


Você, caro leitor, está tranquilo quanto aos valores morais que tenta transmitir aos seus filhos, inclusive sobre o que diz respeito ao sexo? Então pense novamente. Você pode achar que está educando seus filhos com seus valores, que isso é um direito básico e inalienável das famílias, dos pais, e que na escola os professores apenas ensinam conteúdo objetivo sobre a biologia do sexo, mas está muito enganado.

Esses “professores” querem tomar o seu lugar, e se julgam no direito de enfiar na cabeça dos jovens alunos sua visão estreita de mundo, que consideram a única aceitável, mais “aberta”, “tolerante” e “moderninha”. Se acha que isso é papo de conservador paranoico, de direita reacionária que enxerga fantasmas por todo canto, então veja o que dizem os próprios “educadores” nessa reportagem do Estadão:


Aqui já podemos ver a marca registrada desses “educadores”: a arrogância. Eles “sabem” melhor do que os pais como lidar com a educação sexual, e eles acham que podem, então, orientar os nossos filhos. O que eles entendem por orientar sexualmente essas crianças? Cuidado, leitor, para não cair da cadeira:


Um aluno de 13 anos comentou que achou interessante aprender porque algumas pessoas se identificam com a transexualidade, em vez de se identificar com aquilo que é considerado normal para os outros. Entendeu? O conceito de normalidade, que pode ser defendido tanto pelo lado histórico e biológico como pelo lado estatístico (curva normal), foi simplesmente jogado no lixo. Essa coisa de ser normal é apenas mais um conceito. O que um julga normal, o outro pode julgar diferente. Logo, vale o que cada um quiser como normalidade, i.e., mata-se o conceito de normal. Vale tudo!

Se você não concorda com isso, se você ainda acha que, por exemplo, normal e preferível é uma pessoa que nasceu homem continuar homem, ainda que você se solidarize com o sofrimento de quem julga ter nascido no corpo errado, então você é careta, reacionário, preconceituoso, e precisa ser afastado da educação sexual de seus filhos, para que eles possam aprender com os educadores algo bem diferente. Poderão, por exemplo, entender que meninas podem tranquilamente brincar das mesmas coisas que meninos e vice-versa, que rosa ou azul são cores socialmente construídas para definir os sexos já com base no machismo patriarcal.

Outra coisa que seus filhos na mais tenra idade vão aprender com tais educadores é como o sexo é, no fundo, algo absolutamente normal, do cotidiano, derrubando-se assim os velhos tabus religiosos. É a banalização do sexo, que já vemos na televisão, e precisa chegar às escolas também, para termos uma sociedade mais avançadinha e progressista, sem freios, sem limites, sem culpa ou vergonha. Precisamos evitar o bullying, dizem os educadores. Todos devem endossar o hedonismo e a “moral” de Foucault ou Sade, para que todos os impulsos e desejos sexuais, os fetiches e as fantasias colocadas em prática, sejam vistas como a coisa mais normal do mundo, até porque não existe esse lance de normal e anormal.

E lembrem-se: a propaganda deles foi tão forte e bem-sucedida, e o mundo mudou tanto em tão pouco tempo, que basta afirmar que ainda acha mais normal menina brincar de boneca e menino de luta para ser visto pelos “progressistas” como um neandertal reacionário machista preconceituoso homofóbico, praticamente um psicopata que sairia por aí matando ou espancando pessoas diferentes. É o ponto bizarro em que chegamos. Mas fique calmo, leitor. Pois ainda vai piorar muito…





Por Rodrigo Constantino

domingo, 30 de agosto de 2015

Façam a intervenção vocês mesmos!


Assumo publicamente a responsabilidade de instigar a derrubada do governo por uma rebelião popular. Incruenta, mas rebelião. Presidente, vice, ministros, deputados e senadores cúmplices – todos para a LATA DO LIXO JÁ.


Exigir que as massas peçam explicitamente uma intervenção militar, para só então realizá-la, é um fenomenal cu-doce fardado como nunca se viu. Em 1964 NINGUÉM saiu às ruas pedindo intervenção militar. O povo pediu a queda de Jango, e as Forças Armadas ouviram. E notem que o descalabro janguista não só foi incomparavelmente menor que o dos comunopetistas, mas também durou APENAS DOIS ANOS, em comparação com os DOZE da dupla Lula-Dilma. Uma intervenção saneadora das Forças Armadas seria aplaudida por todo o povo. O que ninguém quer é uma DITADURA MILITAR. Ora, se os militares exigem que o povo implore a sua volta, é porque não concebem a hipótese de uma intervenção rápida e temporária, mas querem O PODER TOTAL OU NADA. Fora disso, não há explicação possível para a exigência absurda da convocação ostensiva, exceto a hipótese – na qual prefiro nem pensar – de que essa exigência seja apenas um pretexto para não fazer coisa nenhuma.

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Todo governo deve sua legitimidade ao CONSENTIMENTO DO POVO. No nosso país, esse consentimento JÁ FOI NEGADO DA MANEIRA MAIS CLARA E OSTENSIVA. O Brasil não tem governo nenhum. Tem uma quadrilha de usurpadores e sanguessugas que não querem largar o osso. É preciso tirá-los dos seus postos usando a pura FORÇA MUSCULAR. Não é preciso armas nem tiros. Só braços em número suficiente. As Forças Armadas que então decidam se vão ficar ao lado do povo ou atirar nele para proteger os ladrões.

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Depois destas duas notícias, tolerar o PT e seus amiguinhos no poder por mais um minuto que seja se torna cumplicidade com os maiores crimes já praticados contra o nosso país. Basta! Fora! Todos para a lata de lixo. Na lei ou na marra.

(http://folhacentrosul.com.br/post-politica/8704/especialistas-dizem-que-crise-foi-criada-de-proposito-pelo-governo-dilma)

(http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/08/documentos-secretos-mostram-como-lula-intermediou-negocios-da-odebrecht-em-cuba.html)

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Não peçam mais intervenção militar. "Façam a intervenção vocês mesmos". As Forças Armadas que decidam de que lado estão.

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Assumo publicamente a responsabilidade de instigar a derrubada do governo por uma rebelião popular. Incruenta, mas rebelião. Presidente, vice, ministros, deputados e senadores cúmplices – todos para a LATA DO LIXO JÁ.

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Que a próxima “Marcha para Brasília” não seja para “reivindicar” nada, mas para ARRANCAR DOS SEUS CARGOS OS FILHOS DA PUTA E OS OMISSOS E COLOCÁ-LOS NA LATA DE LIXO.

TOLERÂNCIA ZERO. LATA DE LIXO JÁ.

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Homens arrogantes nos despertam instintos homicidas. Mulheres arrogantes, instintos suicidas.

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Quando algum justiceiro universal comunopetista-emessetista, discursando em favor das “áreas indígenas”, lhe disser que os índios eram os “legítimos proprietários” da terra brasileira, depois “usurpada” pelos portugueses, informe ao desgraçado que, na época dos descobrimentos, havia aproximadamente 5 milhões de índios numa área territorial de 8.515.767,049 quilômetros quadrados, portanto 1.703 quilômetros quadrados para cada um. O equivalente a uma área inteira da cidade de São Paulo para cada índio. Os portugueses na Europa eram 10 milhões, acotovelando-se em 92 090 quilômetros quadrados, isto é, 0,009 quilômetro quadrado para cada um. Tomar as terras “dos índios” era uma questão elementar de REFORMA AGRÁRIA: dividir entre os trabalhadores os maiores latifúndios improdutivos do planeta.

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ESTOU CANSADO DE VER MILICOS BATENDO NO PEITO EM VEZ DE BATER NOS INIMIGOS DO PAÍS.

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Se as Forças Armadas não intervierem, entrarão para a História como traidoras do povo. Se intervierem, entrarão como benfeitoras preguiçosas e tardias.

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Um oficial de alta patente, desiludido com as Forças Armadas já nos anos 90 do século passado, dizia algo que na época me soou ofensivo, mas agora começa a me parecer razoável:
– Não espere nada dessa gente. Milico é tudo funcionário público. Só pensa em aposentadoria.

*

Se os militares decidirem agir no 7 de setembro, estarei solidário com eles, mas triste de ver que esperaram a desgraça anunciada consumar-se para só então agir. Em 2012, após uma espera de DUAS DÉCADAS, escrevi:

“O Livro dos Seis Estratagemas chineses ensina: 'Todo fenômeno é no começo um germe, depois termina por se tornar uma realidade que todo mundo pode constatar. O sábio pensa no longo prazo. Eis por que ele presta muita atenção aos germes. A maioria dos homens tem a visão curta. Espera que o problema se torne evidente, para só então atacá-lo.”





Por Olavo de Carvalho


Notas publicadas na página de Olavo de Carvalho em sua rede social, The RealTalk - http://therealtalk.org

O senhor dos mares e das marolas


A vaidade de Lula jogou o Brasil no inferno em que hoje ardemos sob o governo de Dilma.


No ano de 2007, o sucesso subira à cabeça de Lula. O hoje rejeitado filho de Garanhuns era aclamado nacional e internacionalmente como "o cara". Era o cara que teria acabado com a miséria no Brasil, o cara que projetara o país como o primeiro da fila de espera para ingressar no Primeiro Mundo, o cara que ansiava por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, o cara que se julgava capaz de resolver qualquer encrenca internacional, o cara que tornava o Brasil autossuficiente em petróleo, o cara de quem Obama disse, textualmente: "I love this guy! The most popular politician on earth". Te mete! Lula podia tudo. Embora muitos ao seu redor tivessem tombado, saíra incólume do mensalão. Frustrando as expectativas dos que esperavam enfrentá-lo exangue em 2006, colocara no peito a segunda faixa presidencial.

Nesse jogo, porém, Lula tinha muito a agradecer e pouco a oferecer. A prosperidade da economia brasileira, que permitiu saltos na arrecadação, no mercado de trabalho, nas exportações tinha tudo a ver com o espetacular crescimento do mercado chinês, que elevou o preço das nossas commodities. E nada a ver com competência administrativa. O governo, sabe-se agora, era uma versão institucional do Gran Bazaar, lugar de muitos e rentáveis negócios, cuja alma, como sempre em tais arranjos, era a publicidade. O presidente não tinha qualquer das virtudes necessárias a um bom gestor. Sempre foi, isto sim, um político conversador, populista e oportunista. Deveria agradecer aos que, antes dele, assumiram o sacrifício político de colocar o país nos trilhos da responsabilidade fiscal. Mas não.

Ah, se Lula tivesse sido um bom gestor! Com os recursos de que dispôs, com o apoio popular que soube conquistar, com o carisma que Deus lhe deu, teria preparado as bases necessárias a um desenvolvimento sustentável. Nenhum outro presidente, em mais de um século de república, navegou em águas tão favoráveis. Contudo, do alto de sua vaidade, embora fosse apenas um mero e pouco esclarecido barqueiro, ele acreditou ser o senhor dos mares e das marolas. "Vaidade! Definitivamente meu pecado favorito", confessa o personagem representado por Al Pacino em O Advogado do Diabo. E a vaidade de Lula jogou o Brasil no inferno em que hoje ardemos sob o governo de Dilma.

É bom lembrar. Em 2007, tamanha era a euforia de Lula que ele importou, assim como Collor faz com carros esportivos, esse luxo extravagante que foi a Copa de 2014. Consumidor insaciável de manchetes, nesse mesmo ano começou a negociar a aquisição, para o Rio de Janeiro, da sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A Copa, na hora da bola rolar, se tornara algo tão fora do contexto, despesa tão despropositada, que ele sequer teve coragem de comparecer a qualquer dos jogos! E sua herdeira foi hostilizada de modo constrangedor na solenidade inaugural.

O jornal O Estado de São Paulo de ontem, 23 de agosto, divulgou um relatório de custos dos Jogos Olímpicos. O mais recente levantamento disponibilizado pela prefeitura do Rio informa que, faltando contabilizar algumas despesas de menor monta, os Jogos (que beneficiarão quase exclusivamente a capital carioca) custarão ao povo brasileiro R$ 38,67 bilhões. Se somarmos essas duas extravagâncias lulopetistas, chegaremos a R$ 66 bilhões e a um conjunto de elefantes brancos. Quantas aplicações mais úteis ao país seriam possíveis com tais recursos! Num ano em que o governo corta quase R$ 12 bilhões da área de Saúde e se agrava o caos do setor, corta R$ 9,42 bilhões da Educação e universidades fecham as portas por não disporem de recursos para dar continuidade ao ano letivo, a gestão temerária do lulopetismo continua jogando dinheiro fora para apresentar outro show ao mundo. Gestão temerária se caracteriza por conduta impetuosa, imponderada, irresponsável ou afoita. Não é uma descrição perfeita dos acontecimentos aqui mencionados? O prefeito de um pequeno município já foi condenado por isso.






Por Percival Puggina

Sim, Jesus realmente falou sobre homossexualidade


Os ativistas homossexuais adoram argumentar que Jesus nunca falou uma só palavra contra a homossexualidade.

Eles estão errados.

Para os iniciantes, Jesus condenou o pecado da “imoralidade sexual,” que é a tradução da palavra grega “porneia.” (A palavra que usamos “pornografia” é derivada dessa palavra.) O Léxico Grego-Inglês Louw-Nida nos diz que o significado desse termo não está restrito ao que curiosamente chamamos de “fornicação,” mas em vez disso se refere ao “pecado sexual de uma espécie geral, que inclui muitas condutas diferentes.”

Por exemplo, em Marcos 7:21 (King James Atualizada), Jesus diz: “Pois é de dentro do coração dos homens que procedem os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios,” etc.

A palavra traduzida “imoralidades sexuais” (porneiai) aqui está no plural no grego, ilustrando o que o léxico nos diz, que porneia é uma palavra genérica para sexo fora dos limites do casamento natural, qualquer que seja a forma que tome.

Paulo, por exemplo, usa porneia para condenar um relacionamento incestuoso em 1 Coríntios 5:1.

Em seu sentido inicial e original, porneia se referia especificamente à prostituição, tanto de homens quanto de mulheres. Portanto, desde o começo, até mesmo antes de se expandir em alcance, era um termo que incluía sexo ilícito quer do tipo heterossexual ou homossexual.

Demóstenes, por exemplo, usou porneia para se referir à homossexualidade séculos antes de Cristo.

Outras produções literárias do judaísmo (por exemplo, o Testamento de Benjamin, o Testamento de Levi, o Testamento de Naftali e os Jubileus) durante o período entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento (de 400 a.C. até a época de Cristo) também usam porneia para se referir ao pecado da sodomia.

Judas usa a forma verbal de porneia muito explicitamente para se referir à homossexualidade quando ele conecta essa palavra à conduta de Sodoma e Gomorra. “De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais…” (Judas 1:7 NVI)

Então porneia, embora possa ser usada num sentido mais restrito para se referir à fornicação, quando usada num sentido geral se refere a todos os tipos de relação sexual ilícita, todos os tipos de relação sexual fora do relacionamento matrimonial entre um homem e uma mulher. A homossexualidade está incluída.

Portanto, quando Jesus condenou a “imoralidade sexual,” e “porneia” é a palavra usada no texto bíblico, ele estava condenando todas as formas de sexo fora do casamento, inclusive sexo da espécie homossexual.

Além disso, e isso tem a mesma importância, o próprio Jesus também falou diretamente contra a homossexualidade por meio de seus apóstolos.

Paulo foi o mais direto, inequívoco e explícito em condenar a conduta homossexual, em lugares tais como Romanos 1:26-27 (“paixões vergonhosas, relações sexuais contrárias à natureza, atos indecentes”), 1 Coríntios 6:9 (um pecado que deixa o homossexual de fora do Reino de Deus, assim como deixa de fora o trapaceiro nos negócios) e 1 Timóteo 1:10 (conduta que é o assunto devido da lei, exatamente como assassinato e comércio de escravos).

Mas, alguns argumentarão, essas são as palavras de Paulo, não de Cristo. Contudo, tal argumentação trata como resolvido algo que não está. De onde Paulo obteve seu ensino? De onde ele obteve sua mensagem? Quem lhe ensinou as coisas que ele preservou ao escrever em suas epístolas?

Ele nos diz bem diretamente em Gálatas 1:11-12. “Caros irmãos, quero que saibais que o Evangelho por mim ensinado não é de origem humana. Porquanto, não o recebi de pessoa alguma nem me foi doutrinado; ao contrário, eu o recebi diretamente de Jesus Cristo por revelação.” (King James Atualizada)

Paulo deixa claro que ele não conseguiria ter aprendido seu evangelho com os primeiros apóstolos como Pedro já que ele só viu Pedro uma vez durante duas semanas, três anos após sua conversão, e então não viu nenhum dos outros apóstolos por outros 14 anos.

Não, o evangelho de Paulo — sua mensagem sobre Cristo, Deus e a vida espiritual — é uma mensagem que ele recebeu diretamente do próprio Jesus.

Um apóstolo de Jesus Cristo era muito literalmente “enviado” por Jesus Cristo. Ele era alguém selecionado, autorizado, comissionado e enviado com uma missão pelo próprio Cristo. Por isso, quando Paulo fala como um apóstolo, Cristo está falando por meio dele. Ele está falando não só com a autoridade de Cristo, mas também com as próprias palavras de Cristo.

Paulo como apóstolo estava servindo quase precisamente no papel de um embaixador. Um embaixador não representa a si mesmo; ele representa aquele que o enviou. E quando aquele que o enviou lhe dá uma mensagem para entregar, ele entrega essa mensagem fielmente nos mínimos detalhes.

Um embaixador não é um profissional independente que pensa e fala por si mesmo. Ele está aí para falar fielmente no lugar daquele que o nomeou, para representar seus interesses e para entregar sua mensagem.

Resumindo: Jesus rejeitou a homossexualidade em palavras que vieram de seus próprios lábios e com palavras que ele falou por meio de Paulo, o homem que ele escolheu como seu embaixador. Podemos não gostar do que Paulo disse acerca da homossexualidade, mas vamos largar mão do absurdo de dizer que ele não estava falando por Cristo quando ele disse o que disse.





Por Bryan Fischer


Publicado originalmente no Barbwire: Yes, Jesus Did Talk about Homosexuality

Tradução: www.juliosevero.com

Lula e o Sermão da Montanha


O ex-presidente nos provoca inesperadas reflexões como a das palavras se converterem em altissonantes moedas, em questão de minutos, que valem antes pelo que nos custam que pelo valor daquele que as recebe.


É no mínimo estapafúrdio que alguém que, em momento algum, conseguiu sequer abrir um livro, nem que fosse apenas para fechá-lo, por enfado ou preguiça, tenha se tornado num dos mais caros palestrantes do país e merecedor, inclusive, de número maior de títulos de doutor honoris causa do que um Gilberto Freyre, por exemplo, aqui como no exterior; um personagem que, estando mais para Faustão do que para o Padre Vieira, vem atraindo aplausos de diferentes e distintas plateias que abrangem de sindicalistas a professores de célebres universidades. Como se pode chegar perto de quem sabe hipnotizar tanta gente, mesmo dispondo de pauta tão reduzida de assuntos, transmitida sempre numa voz rascante e engrolada, em meio a intermináveis erros de pronúncia e sintaxe a cada pronunciamento?

E assim o nosso ex-presidente Lula se nos apresenta o protótipo dos mágicos, porque de sua cartola sai principalmente aquilo que não existe, ou seja, qualquer tipo de utilidade ou de saber, por nunca lhe faltarem incríveis oportunidades de demonstrar seus dons como, recentemente, numa palestra de vinte nove minutos especialmente endereçada a operários, em que teve cada uma de suas palavras medida e custeada, por minuto, ao preço de treze mil reais. Mas justamente por ser um perfeito mágico é que o ex-presidente nos provoca inesperadas reflexões como a das palavras se converterem em altissonantes moedas, em questão de minutos, que valem antes pelo que nos custam que pelo valor daquele que as recebe.

O ex-presidente encontra, dessa forma, mesmo desconhecendo o marxismo que professa, um modo de nos dizer — tanto ou mais que a linguagem do capitalismo — que as coisas não têm outro destino senão o capital; porque embora não se acredite naquilo que se está dizendo, jamais há de faltar quem meça a realidade do mundo unicamente por tal dimensão. Pois nessa imensa desproporção entre o que prega e o que faz, — e entendendo mais o peso da moeda que o da palavra — a quem, finalmente, se dirige o ex-presidente Lula? Entre as prédicas até hoje ouvidas no mundo, e levando em conta a paga por minuto, quanto vale um sermão de John Donne ou de Vieira; e, para não tirar Jesus Cristo da jogada, quanto vale ainda o Sermão da Montanha?






Por Ângelo Monteiro
Poeta, filósofo e ensaísta.

Da megalomania à insignificância


Certa feita, no ano de 2004, em um dos tantos debates que já mantive com lideranças do PT, ironizei a continuidade que o governo Lula vinha dando às políticas tucanas que combatera tão intensamente e com tanto sucesso eleitoral. Mostrei, uma a uma, as contradições. O abominável Plano Real estava mantido com inteiro rigor. O superávit fiscal, tão execrado pelo petismo, havia atingido, com Lula, o maior valor dentro da série histórica.

Os programas de renda mínima, que Lula acusara de serem uma forma de fazer votos graças à fome de quem vota com a barriga, haviam mudado de nome e recebido mais recursos. E por aí fui, até ser interrompido por meu interlocutor que me disse exatamente o seguinte: "Puggina, não se muda a direção de um transatlântico com guinada brusca" e ilustrou o que dizia com o braço desenhando um longo arco. A mudança de rumos estava em curso e seria gradual.

Ele pertencia à alta hierarquia de seu partido e estava bem informado. O tempo o comprovou. O PT destruiu os fundamentos macroeconômicos então vigentes (responsabilidade fiscal, câmbio flutuante e meta de inflação). Exibiu, pouco a pouco, sua vocação para o totalitarismo. Empenhou-se na armação da luta de classes, forçando o divisionismo dentro da sociedade. Ensaiou várias tentativas de controlar a mídia. Levou o revanchismo até onde pode. Concebeu várias agendas socialistas. Aliou-se aos piores vilões da política nacional e internacional.

Não lhe faltaram tentativas de impor absurdos, mediante decretos felizmente rejeitados pela opinião pública e pelo Congresso. Tais foram os casos do PNDH-3, que fazia gato e sapato em nome dos direitos humanos, e do decreto Nº 8.243 (decreto dos sovietes), que pretendia uma desabilitação do poder legislativo. O partido viria, como de fato veio, contaminar e aparelhar o Estado em conformidade com um desígnio totalitário. Tudo para alterar a trajetória do transatlântico.

Na política, tudo ia bem. Os corruptos prosperavam. Não faltava dinheiro à mídia chapa branca, nem capitanias hereditárias aos partidos e aos políticos da base. O crescimento chinês empurrava a economia para a frente, mais ou menos como as elevações da taxa de juros engordam os lucros dos bancos sem que os banqueiros precisem sair da poltrona. O petróleo a mais de US$ 100 viabilizava qualquer estripulia na Petrobras e o pré-sal era portentosa mina, a ser drenada ainda antes de gotejar.

A megalomania, os delírios de poder e de riqueza, os projetos faraônicos, o messianismo característico dos partidos e movimentos totalitários recebiam injeções de adrenalina na veia. No limite das aparências, Lula era um Midas. Além das aparências, uma bomba de efeito retardado.

Só agora, concluída aquela curva descrita pelo meu interlocutor no debate acima referido, veem-se todas as dimensões do estrago. O desvio de rota jogou o país contra os rochedos, de modo desastroso. Lula e Dilma, que sequer se animam a aparecer em público, fazem lembrar o rápido e furtivo desembarque do comandante Francesco Schettino após jogar o Costa Concórdia contra os arrecifes junto à ilha de Giglio.

A direção pretendida quando a grande curva foi desenhada chegou onde inevitavelmente haveria de chegar, porque nunca foi diferente o resultado de tais políticas. E se há muita incerteza, hoje, sobre o futuro do país, se os comandantes se escondem mas não desembarcam, ninguém duvida de que o desvio de rota e a megalomania os condenaram à insignificância.





Por Percival Puggina

Por que os movimentos sociais não protestam agora?


Os trabalhadores pobres são os mais prejudicados pelo escorregão da economia. Mas onde estão os supostos defensores dos pobres para protestar contra a queda do PIB?


Quem está preocupado com a condição dos trabalhadores e dos brasileiros mais pobres precisa ficar de olho em dois índices.

O primeiro é a produtividade. Um empregador só vai pagar R$ 5 mil de salário se o funcionário render um pouco mais que isso. A produtividade determina o teto, o máximo que uma pessoa pode ganhar.

Já o valor mínimo depende da oferta e procura. Se houver gente demais à procura de vagas, o empregador poderá pagar muito menos que R$ 5 mil de salário. Do contrário, se houver um bocado de patrões em busca do trabalhador, eles terão que reduzir suas margens e contratar por algum valor bem próximo do lucro que o funcionário produz.

Por isso o segundo índice relevante à condição dos pobres é o crescimento da economia. PIB em alta significa mais vagas, mais shoppings abrindo, mais prédios em construção. A empregada doméstica pode dar adeus à patroa que a trata mal e tentar uma vaga de vendedora na loja de sapatos.

Uma notícia como a de hoje, uma retração do PIB que espantaria até mesmo os gregos em crise, atinge os pobres no peito.

O estranho é que nenhum dos supostos defensores dos pobres sai às ruas diante desse fato. Nenhum cronista ou colunista de esquerda vocifera pela internet reclamando da pior notícia que os trabalhadores brasileiros poderiam ouvir. Cadê a CUT e os sindicatos protestando contra a provável recessão?

Vai entender.






Por Leandro Narloch

Temos um país para reconstruir


Há tempos em que a nossa própria água não chega ao rio e não vai ao oceano. Caminhos interrompidos. Para muita gente a era PT foi isso. Não, meu amigo, não é coincidência. Quem ficou na oposição perdeu dinheiro e oportunidades. Essa gente é implacável com quem não lhe apoia. Mas nada dura para sempre, nem o PT. A crise atual é profunda e vai durar, mas ela tem o condão de ajudar a extirpar o câncer PT do poder.

Os que resistiram ao poder do PT perderam, enquanto os que apoiaram muito ganharam. São eles agora que perdem muito, por vezes tudo. Vejo com frieza de sociólogo a desgraça se abater sobre empreiteiros, como Marcelo Odebrecht, e a "cadeia produtiva" que implantaram. Aprisionar os operadores do crime é ato de pura Justiça. Os apenados pagarão caro.

Exemplar como a vida castiga os orgulhosos. Exemplar como Deus castiga os orgulhosos e malvados. Essa gente que se associou ao PT construiu um consórcio para praticar o mal. Lula é como Mefistófeles e Dilma é como Lilith, figuras infernais que não ligam para o sofrimento das pessoas. O poder é seu único alvo.

A repulsa ao PT e aos petralhas é ato de repulsa espiritual. Estamos como nos tempos bíblicos: temos que expulsar, em nome de Deus, os demônios. O Boneco Pixuleco é um modo de expulsar os demônios que assombram o Brasil, atingindo o Chefe. É como nosso gente reage, sempre com humor. Quem tem a resposta para o desafios dos tempos? O vento, meu amigo.

A resposta está no ar, pois toda gente exige mudança. Novos tempos chegam.Mas as mudanças não virão sem esforço e sofrimento. Cortar o mal pela raiz exige sacrifícios e libações com sangue. Antes do final do ano toda a gente brasileira estará malhando o Judas no Boneco Pixuleco. Os petralhas já não podem sair às ruas. Os petralhas mais inteligentes e endinheirados podem escolher o caminho do auto-exílio.

Todavia, deixarão aqui a desesperança dos muitos. Temos um país para reconstruir, como se tivéssemos passado por uma ocupação estrangeira. E foi: os demônios são estrangeiros na Terra de Santa Cruz.





Por Nivaldo Cordeiro

A desgraça brasileira sob o PT em duas imagens


A crise brasileira é muito grave, um quadro impressionante de estagflação; já a "crise" internacional... qual crise mesmo?

Duas imagens do GLOBO hoje capturam muito bem a desgraça brasileira sob o PT. A primeira delas, da coluna de Miriam Leitão, mostra a situação gravíssima de estagflação que já enfrentamos, com queda acentuada do PIB e uma inflação de quase 10%:


A boca de jacaré que começou a abrir em 2014 é impressionante e choca o mais pessimista dos pessimistas. Nossa economia mergulhou no abismo, enquanto o nível de preços só faz subir, mesmo com a grave recessão (que deve piorar). A desculpa petista é culpar uma tal crise internacional. Mas a segunda imagem, de uma reportagem do jornal, mostra o absurdo dessa tentativa:



Crise mundial? Qual mesmo? Os países emergentes, à exceção de Rússia e Ucrânia (que vive quase uma guerra civil por culpa da Rússia de Putin), continuam crescendo bem, e mesmo países desenvolvidos, como os Estados Unidos, epicentro do furacão financeiro em 2008, também crescem de forma decente. Já o Brasil aponta para uma queda de até 3% para o PIB deste ano.

Não dá para colocar a culpa nos gringos, como quer o PT. A culpa é do partido mesmo, que fez um estrago gigantesco no país. Diante disso, o que faz o PT? Clama por aumento de impostos, para ferrar ainda mais com os brasileiros, ou ameaça com uma volta de Lula em 2018, como se ele não fosse justamente o maior responsável por toda essa lambança.

O PT só vai sossegar quando afundar de vez o Brasil no caos social e econômico, como fizeram seus camaradas bolivarianos na Venezuela. Por isso é fundamental tirar o partido do poder o quanto antes. Esperar até 2018 poderá ser tarde demais…







Por Rodrigo Constantino