terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Macaco, cuida do teu rabo!

Centralização é um quase sinônimo de autoritarismo, ou totalitarismo, ou tirania. É algo assim que está em curso no Brasil, de um modo escancarado



São tantas as investidas do governo da União contra a autonomia dos Estados e municípios que já não as vemos como investidas nem como anomalias institucionais. Quando a presidente Dilma convidou José Eduardo Cardozo para o Ministério da Justiça, ela estava sinalizando para um agravamento dessa situação e para uma radicalização à esquerda em seu governo. O novo ministro pertence à nata do Foro de São Paulo, em cujas reuniões desfia sua oratória revolucionária. Por convicção política o ministro só pode ser partidário da centralização, do acúmulo de poder, da unidade de comando.

Não apenas o Ministério da Justiça operará com tais propósitos. Assim será, também, o conjunto do governo por imposição racional das políticas petistas. A democracia como vista por nós, cidadãos comuns, não é a mesma que o PT propõe. Para o partido governante no Brasil, a nossa democracia é burguesa, frágil e pronta para ser comida pelas bordas.

O senhor Cardozo, em recente entrevista ao Estadão, expôs seus projetos para a Segurança Pública, com destaque para a construção de uma estrutura permanente de colaboração das polícias estaduais com a federal. Editorial do mesmo jornal informa que o governo encaminhará ao Congresso um projeto de emenda à Constituição, ampliando o elenco de crimes em relação aos quais passaria a haver competência da União para intervir. No outro lado da cancha, garante o ministro, os Estados conservariam as prerrogativas atuais. Com as palavras de Sua Excelência: "Hoje não posso impor para a PM do Estado normas operacionais. Mas, se tiver uma competência concorrente, posso ter a União estabelecendo diretrizes gerais sem suprimir a possibilidade de os Estados tratarem do mesmo assunto".

Enquanto planeja uma nova maneira de intervir nas competências dos entes federados, o governo petista descuida do próprio rabo. Sim, porque existe um bom elenco de crimes constitucionalmente postos na alçada federal. Entre eles, estão os praticados por autoridades da República, que têm sido investigados com maior sucesso pela mídia nacional do que pelos órgãos federais incumbidos de fazê-lo. E vale lembrar ao ministro que também são de competência federal, entre outros, os crimes sempre bilionários contra o sistema financeiro, a lavagem de dinheiro, o contrabando e o descaminho. E lá também está o rabo do macaco estendido no meio da avenida.

Nas modernas democracias constitucionais, descentralização é um quase sinônimo de democratização. Pelo viés oposto, centralização é um quase sinônimo de autoritarismo, ou totalitarismo, ou tirania. É algo assim que está em curso no Brasil, de um modo escancarado. O governo da República se sente dispensado de disfarçar o caráter autoritário, totalitário ou tirânico de suas incursões pelas unidades federadas distribuindo dinheiro e brindes como se a vida nacional fosse um grande programa de auditório em que a falsa generosidade arranca abobalhados aplausos.




Por Percival Puggina

Criticar a roupa de Dilma é machismo?

Se eu falar do cabelo armado Mao Tsé-Tung de Dilma, além de machista serei considerada fascista e fútil


A posse de Dilma Rousseff e seu megaministério medíocre quase passaria em branco ou “nude” (cor da pele) se não fosse a histeria em torno do vestido de renda da presidente e sua falta natural de elegância. Primeiro, veio o humor. Comparava-se o vestido de Dilma a toalhas rendadas de mesa artesanais e regionais. Comentou-se sua escolha inadequada de vestuário. E também seu andar desajeitado. Até aí, era a irreverência normal das redes.

Uma irreverência útil a Dilma, pois tirava o foco de um bando de 39 ministros – a maioria inexpressivos, alguns com passado nebuloso e condenável –, escolhidos a dedo para compor o toma lá dá cá indecoroso de Brasília. Uma irreverência que nunca atingiu a presidente. Ao contrário. O folclore e a sátira são absorvidos por qualquer líder minimamente inteligente. Dilma adora o blogueiro criador da Dilma Bolada – sabe, aquela personagem que fala palavrões pesados a torto e a direito. Cx?%&*alho, P x?%&*rra. Dilma nunca ficou bolada. Tudo estava dentro do roteiro, menos, claro, o vestido de pamonha da Kátia Abreu.

De repente, a patrulha fundamentalista petista armou-se de Kalashnikovs e passou a fuzilar grosseiramente quem fizera troça do “vestido da presidenta”. Os maiores alvos foram as colunistas mulheres. São mulheres fúteis que “internalizaram o machismo”. Que odeiam mulheres no poder e, por isso, se comportam como os piores machos da espécie. Só não acho uma tolice essa reação desproporcional e rude porque ela é, na verdade, um perigo. A censura contra o humor e a liberdade de expressão começa assim.

Para alguns fanáticos da estrela vermelha, Dilma é como Maomé. Intocável. Irrepreensível. Acima do bem e do mal. Nem ela se acha assim. O episódio do vestido de renda revelou que querem transformar Dilma em Evita, a santa. Na Argentina, Cristina Kirchner é muito mais visada por cartunistas e humoristas. E também os kirchneristas acusam de machistas as mulheres jornalistas que ousam criticar a maquiagem medonha de “la presidenta”.

Aqui, em minha coluna, já critiquei o Botox exagerado de Aécio Neves, o implante capilar do presidente do Senado, Renan Calheiros, o cabelo precocemente acaju do imperador do Maranhão José Sarney, a barriga pronunciada que quase arrebenta os botões dos ternos dos parlamentares, a deselegância de muitos. Ninguém me chamou de machista. Mas, se eu falar do cabelo armado Mao Tsé-tung de Dilma, serei machista, porque sou mulher, ela é mulher e, portanto, somos “sisters”. Não, não somos sisters. Somos pessoas. No caso de Dilma, além de machista serei fascista e fútil, uma combinação inacreditável.

As mais ofendidas foram duas jornalistas, Cora Rónai e Miriam Leitão. Não recebi procuração de nenhuma das duas para defendê-las, elas não precisam, até porque o lixo histérico nas redes, destituído de humor ou sutileza, era tão malcheiroso que só poderia depor contra os irados. O besteirol se revestiu de um tom mais sério e perigoso quando um teólogo, Leonardo Boff, que sempre admirei, publicou em seu perfil no Twitter: “Se Miriam Leitão e Cora Rónai se olhassem no espelho, teriam mil razões para não falar mal da roupa e do estilo da Presidenta” .

Primeiro, duvidei que fosse ele, há tanta mentira na internet. Achei que o teólogo tivesse contratado um estagiário que escrevera asneiras em seu nome. Mas, depois, percebi que Leonardo Boff tinha ficado pessoalmente ofendido com as críticas ao visual “nude” de Dilma. E Boff diz: “Há 30 anos me ocupo com a questão de gênero”. Ora, Boff, questão de gênero é constatar que as mulheres ainda são discriminadas por ganhar menos, por não dispor das creches prometidas e por morrer em clínicas clandestinas de aborto. Outra de Boff: “Causa-me espanto que mulheres jornalistas se rebaixem tanto e percam a compostura ao fazer críticas das roupas da Presidenta”. O teólogo acha condenável “desrespeitar assim a Presidenta”. Nem com lupa enxerguei desrespeito – nada diferente do que se faz normalmente com líderes homens, no Brasil e no exterior.

É possível criticar porque estamos numa democracia. E as críticas a um líder nacional ou internacional, que envolvam discurso, comportamento dentro e fora do Palácio, escolha de equipe ou aparência, não podem ser consideradas um desrespeito. A não ser em ditaduras de qualquer coloração, onde o Grande Líder jamais pode ser contestado. No Brasil, diz Cora, “querem blindar Dilma porque é mulher, avó, tem 67 anos, como se estivéssemos falando de Dona Benta ou Tia Nastácia e não de uma das pessoas mais poderosas do país”.

Até o humor passa a ser uma ameaça. O limite para o humor nós presenciamos dolorosamente em Paris. Já tem gente engajada dizendo nas redes: “Quem mandou o Charlie Hebdodesrespeitar o profeta?”.




Por Ruth de Aquino

Raqqa, aqui

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,a-agenda-politica-da-blasfemia-no-isla-imp-,1618195

Enquanto, na França, dezenas de milhares saíam às ruas para dizer “Eu sou Charlie”, professores universitários brasileiros saíam de suas tocas para celebrar o terror. Não começou agora: é uma reedição das sentenças asquerosas pronunciadas na esteira do 11 de setembro de 2001. São sinais notáveis da contaminação tóxica de nossa vida intelectual e, especificamente, da célere conversão de departamentos universitários em latas de lixo do pensamento.

A mensagem dos franceses foi um tributo à vida e à civilização. “Eu sou Charlie” não significa que concordo com qualquer uma das sátiras do Charlie Hebdo.

Significa que concordo com a premissa nuclear das sociedades abertas: a liberdade de expressão é, sempre, a liberdade daquele com quem não concordo.

Isso, porém, nunca entrará na cabeça de nossos mensageiros da morte.

Seu discurso padrão começa com uma condenação ritual do ato terrorista: “É claro que não estou defendendo os ataques”, esclareceu de antemão uma dessas tristes figuras, antes de entregar-se à defesa, na forma previsível da condenação das vítimas “justiçadas”.

“Não se deve fazer humor com o outro”, sentenciou pateticamente Arlene Clemesha, que ostenta o título de professora de História Árabe na USP, para concluir com uma adesão irrestrita à lógica do terror jihadista. É preciso, disse, “tentar entender” o significado do ataque: “um atentado contra um jornal que publicou charges retratando o profeta Maomé, coisa que é considerada muito ofensiva para qualquer muçulmano”.

Clemesha é só uma, numa pequena multidão acadêmica consagrada à delinquência intelectual. No mesmo dia trágico, Williams Gonçalves, professor de Relações Internacionais na Uerj, esqueceu-se do cínico aceno prévio para expor logo sua aguda visão sobre o “controle social da mídia” e, de passagem, candidatar-se a porta-voz oficial do Estado Islâmico: “Quem faz uma provocação dessas”, explicou, referindo-se aos cartunistas assassinados, “não poderia esperar coisa muito diferente”.

O curioso, nas Clemeshas e nos Gonçalves, é que eles rezam pela mesma cartilha que Marine Le Pen, apenas com sinal invertido. O nome dessa cartilha é “choque de civilizações”.

Na onda de islamofobia que varre a França, surfam dois lançamentos recentes. O livro “Le suicide français”, do jornalista ultraconservador Éric Zemmour, alerta contra a destruição da cultura francesa por vagas sucessivas de imigração muçulmana.

O romance “Soumission”, de Michel Houellebecq, imagina a França governada por um partido islâmico no ano agourento de 2022. Segundo a gramática do “choque de civilizações”, o Islã não cabe na França: um muçulmano só pode ser um francês se, antes, renunciar à sua fé.

Os nossos Gonçalves e Clemeshas estão de acordo com isso –mas preferem que, para acolher os muçulmanos, a França renuncie a suas leis e a seus valores, entre os quais a laicidade do Estado. E, no entanto, apesar de Zemmour, Houellebecq, Clemesha, Gonçalves e Le Pen, milhares de muçulmanos franceses exibiram nas ruas os cartazes com a inscrição “Eu sou Charlie”…

Karl Marx escreveu cartas elogiosas a Abraham Lincoln. Leon Trostsky contou com a colaboração inestimável do filósofo liberal John Dewey para demolir as falsificações dos Processos de Moscou. Entre um evento e outro, o socialista August Bebel qualificou o antissemitismo como “o socialismo dos idiotas”.

Em outros lugares e outros tempos, o pensamento de esquerda confundiu-se com o cosmopolitismo e produziu as mais comoventes defesas das liberdades civis. No Brasil de hoje, com honoráveis exceções, reduziu-se a um pátio fétido habitado por “black blocs” iletrados, mas fanaticamente antiamericanos e antissemitas.

“Não se deve fazer humor com o outro”, está escrito na lápide definitiva que cobre o túmulo do humor. Raqqa, a sede do califado, é aqui. “Eu sou Charlie”.




Por Demétrio Magnoli

Os esquerdopatas flertam com o terrorismo niilista


Impossível não voltar ao tema, mesmo tendo de interromper minhas férias uma vez mais. O Brasil nos enche de vergonha mundo afora, quando “ilustres intelectuais” partem em defesa, ainda que tímida, dos terroristas islâmicos, apelando para um relativismo cultural e religioso nojento e hipócrita. Cheguei a escrever um comentário em minha página do Facebook expondo a insustentabilidade da postura relativista, que procura sempre amenizar o “outro lado” para cuspir no Ocidente mais civilizado:

A grande incoerência daqueles que tentam enxergar o “outro lado” nessa coisa toda abjeta do terrorismo islâmico em Paris é não perceber que, se o relativismo cultural dá uma espécie de salvo-conduto para a barbárie, então em nome do mesmo multiculturalismo poderíamos argumentar que o Ocidente pode reagir à barbárie com uma bomba atômica. Seria parte da “nossa cultura”. E nem uma palavra poderia ser dita pelos relativistas sem que caíssem em contradição. Ou seja, ao assumirem que alguns de outra cultura ou religião podem reagir à sátira com violência e sangue e outros não, estão automaticamente admitindo a SUPERIORIDADE do lado ocidental, justamente aquilo que pretendiam negar com o relativismo. Deu para entender?

Mas se a reação de certas figuras da esquerda nos deprime, pois tentam defender o indefensável, ao menos alguns outros nos vingam, com excelentes textos que massacram intelectualmente esses relativistas. Foi o caso da reportagem de capa da Veja desta semana, que conclamou todos os cidadãos civilizados ao combate ao terrorismo, usando as nossas melhores armas: as ideias, a liberdade de expressão, o humor. Diz a conclusão do editorial:

                                     

Outro que lavou nossa alma foi Demétrio Magnoli, ele mesmo de esquerda, mas indignado com o esquerdismo retrógrado de nosso país, tomado pela lavagem cerebral antiamericana de nossas universidades. Demétrio escreveu um excelente texto na Folha, derrubando as falácias dessa esquerda atrasada que flerta com o terrorismo. Diz ele:

A mensagem dos franceses foi um tributo à vida e à civilização. “Eu sou Charlie” não significa que concordo com qualquer uma das sátiras do Charlie Hebdo. Significa que concordo com a premissa nuclear das sociedades abertas: a liberdade de expressão é, sempre, a liberdade daquele com quem não concordo. Isso, porém, nunca entrará na cabeça de nossos mensageiros da morte.

Seu discurso padrão começa com uma condenação ritual do ato terrorista: “É claro que não estou defendendo os ataques”, esclareceu de antemão uma dessas tristes figuras, antes de entregar-se à defesa, na forma previsível da condenação das vítimas “justiçadas”. “Não se deve fazer humor com o outro”, sentenciou pateticamente Arlene Clemesha, que ostenta o título de professora de História Árabe na USP, para concluir com uma adesão irrestrita à lógica do terror jihadista. É preciso, disse, “tentar entender” o significado do ataque: “um atentado contra um jornal que publicou charges retratando o profeta Maomé, coisa que é considerada muito ofensiva para qualquer muçulmano”.

E concluiu, de forma fulminante:

Em outros lugares e outros tempos, o pensamento de esquerda confundiu-se com o cosmopolitismo e produziu as mais comoventes defesas das liberdades civis. No Brasil de hoje, com honoráveis exceções, reduziu-se a um pátio fétido habitado por “black blocs” iletrados, mas fanaticamente antiamericanos e antissemitas.

“Não se deve fazer humor com o outro”, está escrito na lápide definitiva que cobre o túmulo do humor. Raqqa, a sede do califado, é aqui. “Eu sou Charlie”.


Por fim, outro que veio pelo lado direito detonar a estupidez esquerdista foi Denis Rosenfield que, em sua coluna de hoje no GLOBO, descreveu o absurdo da postura dessa gente, cuja alcunha é merecida e dá título ao artigo: esquerdopatas. Uma mistura de esquerda com psicopata, pois sim, é preciso ser um psicopata para relativizar ou até mesmo jogar a culpa nas vítimas de um atentado tão cruel e desnecessário como o ocorrido em Paris. Diz Rosenfield:

Os terroristas mostraram em sua ação o seu extremo profissionalismo. Não são “lobos solitários” nem indivíduos que agem de uma forma amadora, levados por uma emoção intensa. Foram treinados com tal objetivo e veicularam em seu ato o islamismo radical que os alimenta. Um policial ferido foi friamente assassinado no solo, quando os terroristas já se retiravam. Cartunistas chamados por seus nomes, que eram alvos previamente determinados e que deveriam ser exterminados.

[...]

Trata-se de uma trajetória da maldade que encontra agora, na figura de jornalistas contestatários, uma espécie de culminação, a do terror que, nesta sua forma, torna-se mais assustador. Ocorre que esse desfecho contou, em seus momentos anteriores, com a simpatia de vários setores à esquerda do jornalismo e da intelectualidade. Muitos dos seus atos, com essas suas outras faces, eram vistos como modos de luta contra os EUA, o “imperialismo”, o capitalismo e outras bobagens do mesmo quilate. Outros ainda afirmavam a necessidade do multiculturalismo, do direito de diferentes culturas (aliás, direito ao terror, propriamente falando!).

Outros ainda procuram explicar o terror como uma suposta retroalimentação entre ele e a islamofobia ou, ainda, “justificar” tais tipos de ação como “respostas” à profanação da imagem de Maomé, como se os terroristas tivessem o direito de impor as suas crenças aos países ocidentais, eliminando os seus valores. Claro que sempre há uma frase ou pequeno parágrafo final condenando o ato, como se assim o jornalista ou “analista” pudesse ainda salvar a sua face, não se mostrando francamente adepto do terror, o que não cairia bem no contexto atual de condenação mundial a este ato.

São, na verdade, esquerdopatas, ou seja, dizendo a mesma coisa de outra maneira, pensam com as patas.


A verdade nua e crua: quem tenta suavizar para o lado dos terroristas, ou encontra motivos de sobra para colocar um “mas” após “condenar” o atentado e logo depois dedica o grosso do espaço às críticas ao próprio Ocidente, prefere falar da “islamofobia” ou dos “excessos da liberdade de expressão” ou ainda da “falta de respeito com outras culturas e religiões” é alguém que se entregou ao absurdo, flertando com o terrorismo.

“Qualquer concessão ao multiculturalismo nada mais é, aqui, do que uma adesão politicamente correta ao terror”, diz Rosenfield. E está certo. Os multiculturalistas que preferem cuspir nas civilizações mais avançadas, civilizadas, tolerantes e plurais, pois com isso atacam o “imperialismo estadunidense”, o c capitalismo e a “democracia burguesa”, são todos inimigos da democracia, da liberdade e da própria civilização. São esquerdopatas que flertam com o niilismo, e deveriam buscar ajuda para tanta alienação em um divã. O problema é que tem muito psicólogo e psicanalista entre esses esquerdopatas…




Por Rodrigo Constantino

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Islã moderado

A famosa e clássica crônica de Daniel Greenfield sobre como políticos esquerdistas inventaram o “Islã moderado” para fazer os eleitores aceitarem a importação


Estive procurando pelo Islã moderado desde o 11 de setembro e, assim como a meia perdida no secador, estava no último lugar onde eu esperava que estivesse.

Não há Islã moderado nas mesquitas ou em Mecca. Você não vai encontrá-lo no Corão ou nos Hadiths. Se você quer encontrar Islã moderado, faça uma varredura nos editoriais dos jornais após um ataque terrorista ou faça um curso de Religião Islâmica administrado por um sociólogo unitarista trajando joias nativas falsas.

Você não poderá encontrar o Islã moderado na Arábia Saudita ou no Irã, mas poderá encontrá-lo em inúmeros especiais de noticiário na rede, artigos e livros sobre as duas pátrias das respectivas ramificações do Islã.

Você não encontrará a fabulosa terra dos muçulmanos moderados no Leste. Você nem vai encontrá-la no Oeste. Como todos os mitos, ela existe na imaginação daqueles que contam as histórias. Você não encontrará um Islã moderado no Corão, mas vai encontrá-lo em inúmeros livros ocidentais sobre o Islã.

Islã moderado não é no que a maioria dos muçulmanos acredita. É o que a maioria dos liberais acredita que os muçulmanos acreditam.

A nova teologia multicultural do Ocidente é Islã moderado. Islã moderado é a religião perfeita para uma era secular, pois ele nem é uma religião.

Tome o Islã, vire-o ao avesso e você terá Islã moderado. Tome um muçulmano que não tenha estado dentro de uma mesquita há um ano, que seja capaz de recitar toda a escalação do Flamengo, mas não consegue citar os companheiros de Maomé, e aí você tem um muçulmano moderado. Ou mais precisamente, um muçulmano secular.

Uma geração de líderes ocidentais de outrora procurou a afirmação de seus destinos nacionais no Divino. Esta geração de líderes ocidentais procura a afirmação dos seus liberalismos seculares no Islã moderado.

Mesmo que eles tenham que inventá-lo.

Sem um Islã moderado, os projetos socialistas da Europa, que dependem fortemente de imigração, colapsam. A Guerra ao Terror da América se torna a inevitável tarefa estafante sem fim que o surgimento do ISIS mais uma vez revelou ser. Multiculturalismo, pós-nacionalismo e Culpa Terceiro-mundista, todos colapsam.

Sem muçulmanos moderados, volta o nacionalismo, fecham-se as fronteiras e vence a Direita. É isso que eles temem.

Se não há Islã moderado, não há Maomé moderado, não há Alá moderado, então o Reino Socialista dos Céus sobre a Terra tem que ir para a lata do lixo. As grandes coalizões nas quais ativistas LGBT e islamistas gritam contra judeus por Gaza não são o futuro; eles são a República de Weimar em marcha.
Flashback sobre um Obama desgastado em seu paletó castanho, dizendo que ele não tinha uma estratégia para o ISIS. O plano original era capturar Osama vivo, dar lhe um julgamento civil, costurar um acordo com o Talibã moderado e anunciar o fim da Guerra ao Terror, antes das eleições parlamentares.

E não se fala mais nisso.

Islã moderado l.é uma fé difícil.  Para acreditar nele, você precisa desconsiderar mil anos de História registrada, Teologia, Demografia e praticamente tudo que precede 1965. Você precisa ignorar os homens barbados cortando fora cabeças porque elas não representam a maioria dos muçulmanos.

Da mesma forma a Maomé, que teve sua generosa cota de decapitações. O Islã real é um tópico sobre qual não-muçulmanos de fé nenhuma, que só têm por sacras as platitudes de uma sociedade pós-qualquer-coisa, anseiam palestrar, sem conhecer nada a respeito.

Seu Islã não é a religião de Maomé, do Corão, dos Hadiths, dos califas ou de seus praticantes em lugares como a Arábia Saudita, Paquistão, Irã ou Indonésia. Seu Islã é uma religião que não existe, mas eles acreditam fervorosamente que deve existir, porque sem ele seu modo de vida fica condenado ao vazio existencial.

Eles não são muçulmanos. Eles não acreditam em Alá ou no Corão. Em vez disso, eles acreditam na bondade de um Islã que exista sem o recurso das escrituras, teologia ou divindade. Isso pode parecer estranho para crentes de verdade, mas afinal de contas seus próprios restos esfarrapados de Cristianismo e Judaísmo não se importam em prestar muita atenção a divindades e escrituras, exceto quando se trata de minguadas referências sobre tolerância.

Admira então que eles tratem o Islã da mesma forma?

Os verdadeiros muçulmanos moderados são liberais seculares de persuasão cristã e judaica frouxas, que inventaram e acreditam num Islã moderado, que não existe fora de suas próprias cabeças. Esse Islã secular, que valoriza toda vida, dedica-se à justiça social e à tolerância universal, é o contraponto de suas próprias religiões bastardas. E eles têm medo de mais de acordar e perceber que ele não existe.

Quando líderes americanos e europeus insistem que o Islã não tem nada a ver com a última atrocidade islâmica, eles não se referem a uma religião praticada por muçulmanos, mas a uma religião imaginária que eles imaginam que muçulmanos devem praticar, porque a alternativa é o fim de tudo no que eles acreditam.

Seu Islã moderado é superficial nos detalhes, além de se posicionar pela Justiça Social, combater o Aquecimento Global e apoiar o direito dos gays, porque isto é na verdade multiculturalismo vestido com uma barba falsa. Quando um líder ocidental alega que o mais recente bando de terroristas islâmicos não fala pelo Islã, ele não está defendendo os muçulmanos, ele está defendendo o multiculturalismo. Ele assume que muçulmanos acreditam em multiculturalismo, porque ele próprio acredita.

Islã moderado é tão somente multiculturalismo pronunciado errado. Sua existência é um artigo de fé fundamental para aqueles que acreditam em multiculturalismo.

Dissuadir um crente em muçulmanos moderados de sua fé inventada por citar a longa trilha de cadáveres ou os odiosos Hadiths que clamam por assassinato em massa é fútil, porque essas não são as raízes de sua religião. Ele não sabe o que é um Hadith e nem quer saber. Como um homem de justiça social de boa postura, ele atribui o histórico da trilha de violência do Islã ao colonialismo europeu e à opressão.

Ele nunca leu o Corão. Ele leu mil artigos sobre como os muçulmanos são oprimidos no aeroporto, em Gaza, em Burma e nos desenhos de Bugs Bunny. Eles são seus nobres selvagens e ele não aceitará ouvir uma palavra contra eles. Tendo colonizado suas identidades em sua imaginação (apesar da já desgastada cópia do Orientalismo de Edward Said que ele guarda na sua mesa de cabeceira), ele os trata como reflexos do seu ego.

Quando você diz que muçulmanos moderados não existem, você está chamando-o de uma pessoa má. Quando você desafia o Islã, você está atacando o multiculturalismo e ele te chamará de racista, independentemente do fato de que o Islã é tão raça como a são o comunismo, o nazismo ou o fã-clube do Mickey Mouse.

O muçulmano moderado é uma invenção do acadêmico liberal, do teólogo secular, do político insípido e seu primo idiota estridente, do ativista político. Assim como o dinheiro do orçamento que sustenta seus planos e a evidência científica do Aquecimento Global, ele não existe.

E nem é necessário que ele exista. Só é necessário que tenhamos fé em sua existência.

Os descendentes esquerdistas degradados de cristãos e judeus esperam por um Messias muçulmano moderado, que reconciliará as impossibilidades de sua sociedade multicultural, sanando os conflitos entre o Islã e o Ocidente. Até encontrá-lo, eles devem acreditar, não numa divindade, mas no muçulmano moderado.






Este artigo foi publicado primeiramente no blog Sultan Knish de Daniel Greenfield.




Reeleição de corruptos e o "paradoxo do brasileiro"


Por que os brasileiros abominam os políticos corruptos e frequentemente os reelegem? Por que 250 mil paulistas reelegeram Paulo Maluf, mesmo depois de ele ter sido, na Suíça, o protagonista involuntário (“Sr. Propina”) de uma propaganda contra a corrupção mundial? Suely Campos (PP) se tornou governadora de Roraima porque seu marido (ex-governador Neudo Campos) foi barrado pela Lei da Ficha Limpa (foi preso e declarado improbo judicialmente). Assumiu o cargo e nomeou 19 parentes para vários cargos públicos. Juntos receberão R$ 398 mil por mês. Nepotismo deslavado. Justificou-se dizendo “ser prática comum na história de Roraima [na verdade, faz parte da história do Brasil]“. Nota-se que ela está cumprindo o que prometeu na campanha: “Implementarei políticas para mulheres, para jovens, crianças e também para a família”. Mais uma expressão dosistema hiperviciado brasileiro (veja Oliveiros S. Ferreira, Teoria da Coisa Nossa), que criou um Estado com um lado monstruoso caracterizado pela plutocracia (Estado governado ou influenciado por grandes riquezas), cleptocracia (Estado cogovernado por ladrões) e genocidiocracia (Estado que pratica ou tolera a violação massiva – e normalmente impune – dos direitos fundamentais, direta ou indiretamente voltada para o extermínio de pessoas predominantemente pertencentes a etnias ou classes sociais desfavorecidas).

O “paradoxo do brasileiro” é uma provocação à lógica. Não há brasileiro que não esteja indignado com “tudo isso que está aí” (corrupção, roubalheira nos órgãos públicos, financiamentos eleitorais indecentes, morosidade da Justiça etc.). Os padrões de convivência civilizada sempre estão deteriorados. O moderno convive com o arcaico. Fabricamos aviões e ainda contamos com 13 milhões de analfabetos (e 3/4 da população são analfabetos funcionais). Os serviços públicos são indecentes. As humilhações, consequentemente, são constantes. O brasileiro anda descontente, angustiado, indignado e revoltado com a situação do país, com a corrupção, com os políticos desonestos, com as falsas promessas, com o nepotismo, fisiologismo (troca de favores e benefícios) e tantas outras coisas. Todos com quem conversamos querem mais ética e mais justiça, menos inflação, mais igualdade, mais eficiência no serviço público; mais ordem, mais segurança, mais hospitais, mais médicos. Cada um de nós protesta, reclama, amaldiçoa, abomina, critica.

Individualmente não concordamos com “nada do que está aí”. Temos a crença e o sentimento de que somos pessoalmente muito melhor do que essa bandalheira que grassa pelo país afora. Ninguém aceita, ninguém está de acordo com o mar de lama, o deboche e a vergonha da vida pública e comunitária que nos aflige. Coletivamente, no entanto, o resultado final de todos nós juntos é tudo isso que está aí (esse é o “paradoxo do brasileiro”, desenvolvido por Eduardo Giannetti, Vícios privados, benefícios públicos?: 12 e ss.). Pessoalmente (e no plano dos discursos: orais ou nas redes sociais) somos (e vendemos) a imagem do que gostaríamos de ser (honestos, probos, íntegros, avançados, progressistas, amistosos, cordiais etc.). Discursamos sempre de acordo com essa imagem. Coletivamente não somos nada (ou somos muito pouco) dessa imagem que gostaríamos de ser. É por isso que o todo é muito menos que a soma das partes. Se o produto final (nós como um todo) é horroroso, indecente, indolente, mal-afamado (a classe política nada mais é que uma síntese ou espelho da sociedade que temos), como isso pode acontecer, se nos nossos discursos somos éticos, exemplares, leais, cordiais e probos? Por que discursamos como suecos civilizados e nossa sociedade como um todo é, em termos civilizatórios, tão indecente, tão aberrante, tão brasileira? Por que discursamos como os melhores motoristas do mundo e o resultado final são 45 mil mortos por ano no trânsito, milhares de aleijados, mais de meio de milhão de feridos? Por que bradamos por honestidade e reelegemos Maluf, Renan, Sarney e tantos outros políticos declaradamente desonestos?

Eduardo Giannetti (citado) explica: “A auto-imagem de cada uma das partes – a ideia que cada brasileiro gosta de nutrir de si mesmo – não bate com a realidade do todo melancólico e exasperador chamado Brasil. Aos seus próprios olhos, cada indivíduo é bom, progressista, e até gostaria de poder ‘dar um jeito’ no país. Mas enquanto clamamos pela justiça e eficiências, enquanto sonhamos, cada um em sua ilha, com um lugar no Primeiro Mundo, vamos tropeçando coletivamente, como sonâmbulos embriagados, rumo ao Haiti. Do jeito que a coisa vai, em breve a sociedade brasileira estará reduzida a apenas duas classes fundamentais: a dos que não comem e a dos que não dormem. O todo é menor que a soma das partes. O brasileiro é sempre o outro, não eu”. Nisso reside uma amostra da psicologia moral brasileira. Que é volúvel. Há momentos de ufanismo com o país (“abençoado por Deus e bonito por natureza”). Narcisismo inveterado. Fora dele, quanto mais a situação do país piora, mais cultivamos nossa auto-imagem (de impoluto, honesto a toda prova, probo, altaneiro). E quanto mais incrementamos nossa auto-imagem individual, mais o coletivo se afunda na bandalheira, na roubalheira. Mais reelegemos os políticos reconhecidamente corruptos. Esse é o “paradoxo do brasileiro”.





Por Luiz Flávio Gomes

domingo, 11 de janeiro de 2015

Cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas por onda de violência



Houve uma onda de violência anti-cristã realizada por muçulmanos ao redor do mundo, o que incluiu a destruição de cerca de 200 igrejas cristãs na Nigéria durante um curto período por volta de outubro, de acordo com um novo relatório do Instituto GateStone.

A organização de Raymond Ibrahim, um especialista em islamismo e Oriente Médio que tem documentado suas descobertas no livro “Crucificados de Novo: Desmascarando a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos”, apresentou uma estimativa da recente onda nesta sexta-feira.
"Em apenas dois meses, de agosto a outubro, cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria pela organização islâmica Boko Haram e pelos seus aliados muçulmanos, depois que eles capturaram cidades e aldeias nos estados do nordeste de Borno e Adamawa", disse o relatório. "Nas palavras do Rev. Gideon Obasogie, o diretor de Comunicação Social Católica da Diocese de Maiduguri no estado de Borno, "a tomada do território pelo grupo, em ambos os estados, deixou 185 igrejas incendiadas e mais de 190.000 pessoas deslocadas devido o [Boko Haram]".

Ibrahim comentou que, "também em outubro, o Centro de Estudos do Cristianismo Global nos Estados Unidos concluiu que, ‘cerca de 100.000 cristãos são assassinados anualmente por causa de suas crenças religiosas, ou seja, um a cada cinco minutos. Além disso, em muitos países, muitas outras minorias religiosas sofrem violência e perseguição. Em países como o Iraque, Síria, Nigéria, Camarões, Sudão, Paquistão, Somália e Egito, os cristãos idosos, mulheres, homens e seus filhos vivem em condições de total insegurança. Eles são expulsos de suas casas; jogados na prisão por blasfêmia e brutalmente mortos durante as celebrações litúrgicas, as igrejas são queimadas. As meninas são raptadas e forçadas a se casarem’".

Entre os outros incidentes de violência muçulmana contra os cristãos, durante esse período de outubro, que foram descobertos por Ibrahim incluem:

Um relatório da mídia árabe descreveu como uma "bomba caseira" explodiu ao lado da Igreja Evangélica de Deus em Minya, no alto Egito. O relatório disse que não houve vítimas.
E na Alemanha, uma "Igreja Cristã Copta no país europeu foi atacada e incendiada". De acordo com o relatório, "O prefeito de Berlim condenou o ataque e o incêndio deliberado da Igreja Ortodoxa Copta Santo Shenouda e Santo Atanásio em Berlim por extremistas ..."
Em seguida, no Iraque, houve atentados que "atingiram e devastaram a Igreja da Ressurreição, perto da cidade de Qaraqosh. O local de culto cristão estava sendo usado como base para os jihadistas, que tinham derrubado a cruz do telhado do edifício".
Nas Filipinas, "Um ataque com granadas em uma igreja durante o culto deixou duas cristãs mortas – Felomina Ferolin, uma enfermeira de 54 anos de idade, e a professora Gina Cabilona, de 39 anos de idade – e a outros três feridos". De acordo com as informações coletadas, "Dois homens em uma moto dispararam um lançador de granadas na porta da Igreja Unida de Cristo antes de fugirem".
E, de acordo com o relatório de Ibrahim, no Sudão, a "força aérea lançou quatro bombas em uma Igreja Episcopal ... nas Montanhas de Nuba". Um pastor relatou que toda a propriedade foi dizimada.
Os ataques, por vezes, assumiram a forma de decisões judiciais, relatou Ibrahim.
Ele disse que no Irã, três cristãos foram condenados a seis anos de prisão por estarem envolvidos em igrejas domésticas. Jason Demars, do Ministério Present Truth, disse no relatório que as autoridades iranianas querem "silenciá-los – depois querem levá-los para longe em um local onde seja difícil de se chegar, para que as suas famílias não os encontrem".
E, no Cazaquistão, dois homens cristãos, Vyacheslav Cherkasov e Zhasulan Alzhanov, receberam penas de prisão por distribuírem literatura cristã depois que as autoridades alegaram que um dos livros incitava ao ódio religioso.
O livro era "Jesus: Mais que um Profeta", que é uma coleção de testemunhos de pessoas que fugiram do islamismo para o Cristianismo.
Ibrahim relata que no Líbano, um cristão convertido do islamismo foi forçado a esconder-se porque o seu pai e os seus irmãos estavam procurando-o para "cortarem a minha garganta".
O relatório GateStone disse que na Malásia, um líder muçulmano estava convocando o povo para encontrar Bíblias e queimá-las.
E no Paquistão, um tribunal confirmou a pena de morte para Asia Bibi, uma mãe cristã que foi acusada de blasfêmia.
No Sudão, um muçulmano convertido ao Cristianismo escapou de um atentado contra a sua vida, quando um homem armado entrou em sua casa e abriu fogo. E no Uzbequistão, um homem cristão foi multado em 50 vezes o salário mínimo mensal do país por ter "literatura religiosa".

Ibrahim escreve que em seu relatório, a compilação não pretende ser exaustiva.

"Embora nem todos, ou mesmo a maioria, dos muçulmanos estejam envolvidos, a perseguição aos cristãos está se expandindo. O relatório 'A Perseguição Muçulmana aos Cristãos' foi desenvolvido para reunir alguns – não todos – dos casos de perseguição que vêm à tona a cada mês. Ele documenta o que a mídia em geral muitas vezes deixa de noticiar. Ele argumenta que essa perseguição não é aleatória, mas sistemática, e ocorre em todas as línguas, etnias e locais", explicou ele.




Fonte: wnd.com